Resenha: Garoto encontra Garoto – David Levithan

Nesta mais que uma comédia romântica, Paul estuda em uma escola nada convencional. Líderes de torcida andam de moto, a rainha do baile é uma quarterback drag-queen, e a aliança entre gays e héteros ajudou os garotos héteros a aprenderem a dançar. Paul conhece Noah, o cara dos seus sonhos, mas estraga tudo de forma espetacular. E agora precisa vencer alguns desafios antes de reconquistá-lo: ajudar seu melhor amigo a lidar com os pais ultrarreligiosos que desaprovam sua orientação sexual, lidar com o fato de a sua melhor amiga estar namorando o maior babaca da escola… E, enfim, acreditar no amor o bastante para recuperar Noah!

O livro conta a história de Paul, um garoto gay que mora em uma cidade onde os habitantes aceitam muito bem a homossexualidade, pena ser uma cidade fictícia.

Um dia em um “passeio” á livraria, ele encontra com Noah, e sente algo diferente por ele logo de cara. Mas Paul tem um ex-namorado, que após acontecimentos ruins fica confuso com seus sentimentos,e acaba colocando em risco um relacionamento entre Paul e Noah.

Além dessa trama principal, temos histórias secundárias muito boas, como a do Tony,um amigo de Paul que a família não aceita sua opção sexual, e a história de Infinite Darlene a primeira quarteback transexual que eu já vi.

Os personagens e seus conflitos são tão palpáveis, tão reais que não tem como não se identificar, principalmente se você tem amigos(as) homossexuais.As tiradas engraçadas, principalmente vindo de Infinite Darlene dão uma leveza no enredo, e te prendem mais a leitura.

David conseguiu me conquistar ainda mais com esse livro, a escrita dele, a forma como ele aborda esse tema que para uma parte da sociedade é um tabu muito grande, é de tirar o chapéu literalmente.

Não é apenas uma historia de romance homossexual, é uma história de aceitar as escolhas do outro, de aceitar as pessoas como elas são, e entender que todos tem direito ao seu ” final feliz”.

O Segredo de Ella e Micha – Jessica Sorensen

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“Este livro que você vai ler agora arrancou suspiros de uma legião de leitores americanos, entusiasmados com a escrita provocante de Jéssica Sorensen. O segredo de Ella e Micha trata do romance entre dois jovens, mas não é só isso. Os protagonistas vão tecendo, em primeira pessoa, uma trama complexa e ao mesmo tempo simples, que envolve temas delicados como dramas familiares, traumas psicológicos, medo do futuro e da morte, com naturalidade e sinceridade. Eis o que torna o livro tão comovente: sua realidade. Em qualquer lugar do mundo, cada jovem têm um pouco destes dois heróis paradoxalmente frágeis com seus traumas, mas fortes para enfrentar a dura realidade da existência e superar seus conflitos mais difíceis. Respire fundo, prepare-se para acompanhar uma história de amor com pitadas generosas de sensualidade e adrenalina. “

Como começar a explicar todos os sentimentos que senti ao ler esse livro?
Eu enrolei para lê-lo, passava outros na sua frente, ensaiava um começo, mas só o li mesmo quando as leituras que comecei não estavam mais me agradando, e isso acontece muito.
Quando resolvi ler esse livro foi totalmente no escuro, sem ler resenhas, sinopse, gênero, absolutamente nada. Então você se pergunta porque eu me interessei por ele? Simples a capa e os nomes dos personagens, estranho mas verdadeiro.
No começo, lembrando que não li nada sobre ele antes, achei que Micha e Ella fossem amigas de infância e que guardavam segredos a cerca de seus relacionamentos amorosos, o que o Prólogo me fez ver que não.
O que me deixou mais feliz em ler esse livro foi como a autora, muito bem por sinal, tece a personalidade de seus protagonistas.
Ella no começo parece uma menina abalada pelos acontecimentos recentes, o que é bastante aceitável em sua condição, mas com o passar do capítulos vemos que na verdade ela é muito mais complexa do que parece.
Micha não foge a regra, de cara gente fina, ele mostra que tem conflitos também por trás de tudo, e como Ella precisa trabalhar nos mesmos para se libertar.
Confesso que chorei em algumas partes, principalmente quando Grady e o pai de Ella apareciam.
É um New Adult um pouco mais leve dos que estou acostumada a ler, mas mesmo assim impredível e com o toque certo de romantismo, sem ser meloso demais.
Esperando ansiosamente pelos próximos livros da série, e torcendo para que a autora continue a me envolver.

Abaixo você encontra um vídeo com a minha reação pós leitura.

Atualizando o blog!

Meu Deus quanto tempo eu não passo aqui!

Ensaiei esse post várias vezes, mas não entendo porque não o terminei das outras vezes.

O motivo do sumiço: comecei a me dedicar mais ao YouTube e o blog ficou meio abandonado, mas nas resoluções de Final de Ano prometi pegar firme nos dois, mesmo só começando isso em Fevereiro, mas abafa.

Eu comecei um projeto meio louco, muito louco por sinal, de resenhar todos os livros de Pretty Little Liars da autora Sara Shepard, por ele ter sido meu primeiro vídeo para o YouTube, mas a mulher não para nunca de escrever essa série, já tem no total 16 livros se não estou enganada! Abaixo os vídeos que já estão no ar:

Para o canal não virar somente de PLL, resenhei no meio do caminho “Paixão sem limites” da autora Abbi Glines. Um New Adult muito bom e super recomendado, estou ansiosa para ler a continuação. O vídeo está logo abaixo:

Bom tenho mais 2 livros lidos esperando tempo para gravar as resenhas para o YouTube e faze-las escritas para o blog, se tudo der certo até semana que vem pelo aqui no blog elas já estarão disponíveis.

Tenham paciência comigo, quero esse ano falar de mais coisas além de livros.

Beijos,

Bruna

Resenha: Entre o Agora e o Nunca – J.A. Redmerski

*Colocando as leituras de Setembro, trago o último livro que li no mês.*

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“Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu do amor desde que Ian, seu namorado, morreu num acidente de carro há um ano. Sua melhor amiga, Natalie, é a única capaz de animá-la. Mas a relação entre as duas fica abalada quando o namorado de Nat revela à Camryn que está apaixonado por ela. Perdida, sem saber o que fazer, Camryn vai para rodoviária e pega o primeiro ônibus interestadual, sem se importar com o destino.

Com uma carteira, um celular e uma pequena bolsa com alguns itens indispensáveis, Camryn embarca para Idaho. Mas o que ela não esperava era conhecer Andrew Parrish, um jovem sedutor e misterioso, a caminho para visitar o pai, que está morrendo de câncer. Andrew se aproxima da companheira de viagem, primeiro para protegê-la, mas logo uma conexão irresistível se forma entre os dois.

Camryn tenta lutar contra o sentimento, já que jurou nunca mais se apaixonar desde a morte de Ian. Andrew também tenta resistir, motivado pelos próprios segredos. Narrado em capítulos que alternam as vozes de Andrew e Camryn, Entre O Agora e O Nunca é uma história de amor e sexo, na qual os personagens testam seus limites, exploram seus desejos e buscam o caminho que os levará à felicidade.”

Skoob

Travis Maddox você me perdeu para Andrew, sem querer ofende-lo.

A “modinha” agora são New Adults, alguns livros são classificados neste gênero mesmo sem pertencer mas não vem ao caso, e este foi o segundo que li, o primeiro foi o famoso, e 8 ou 80, Belo Desastre.

O Livro conta a história da Camry Bennet uma jovem de 20 anos que no mesmo ano perdeu o 1º namorado em um acidente, seu irmão foi preso e seus pais se separaram, o que mais pode dar errado para essa garota? Brigar com a melhor amiga por algo que ela não tem culpa, e pela amiga ser cega ou não querer ver o que está diante de seus olhos.

A única saída que ela vê para fugir de tudo e de todos, e realizar seu sonho, é fugindo de casa sem destino certo. E querendo ou não ela acaba conhecendo Andrew, que está indo até metade do destino que ela escolheu. Os dois se aproximam, ele para protege-la e ela sem saber ao certo.

Chegando ao destino de Andrew, os dois acabam começando a realizar o sonho maior de Camry, viajar sem destino, e nessa viagem ela se auto descobre com a ajuda de Andrew.

Achei o foco principal da história a auto- descoberta que a Camry teve depois de conhecer o Andrew, e me pareceu tudo destino, para os dois lados, porque nenhum dos dois queria “alguém”, eles queriam fugir dos seus problemas, mesmo o do Andrew sendo muito grave e ele o encontraria a qualquer momento.

Foi um livro que em algumas partes eu chorei, principalmente mais para o final quando o segredo do Andrew é revelado, e outras eu ri pelo sarcasmo e espírito livre do próprio Andrew.

Quanto ao segredo do Andrew eu imaginei várias situações malucas, mas o verdadeiro me deixou quebrada em mil pedaços, a autora me massacrou.

Eu recomendo para quem gosta de New Adult, se você leu Belo Desastre e odiou o Travis, pode ler tranquilo porque o Andrew é um pouco o oposto, e a Camry não é tão chatinha como a Abby.

Eu li que poderia ter uma continuação, mas só acho válido se for a versão, mais completa porque no livro em algumas partes isso já acontece, do Andrew da história, porque senão é perda de tempo igual Métrica.

Bruna

Glee – The Quarterback

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Eu já falei de série aqui, Cracked e Lying Game, então resolvi falar sobre esse episódio específico de Glee.

Começando do início, eu comecei a assistir influenciada pela minha melhor amiga que era apaixonada pela série e me convenceu, e foi amor ao primeiro play.

De todos os casais que se formaram ao longo dessas 5 temporadas, foi uma quantidade boa se você analisar, o casal Rachel e Finn foi sempre o que mais me cativou, por ser o “cara” do time de futebol e a menina nem um pouco popular, típico “conto de fadas” moderno.

Quando o Cory morreu, eu estava viajando exatamente parada em um protesto na estrada, e comecei a mexer na internet para distrair. Foi quando encontrei a noticia na Globo.com e minha primeira reação foi falar: Não pode ser.

É muito difícil você ver uma pessoa tão nova,cheia de vida, com um talento imenso, morrer dessa forma. Acho que até eu assistir esse episódio, a minha ficha não tinha caído completamente, parecia que ele ia aparecer e falar que foi tudo uma pegadinha e o final dos meus sonhos aconteceria: Rachel e Finn casados.

Achei correto a atitude de não explicar a morte do Finn/Cory, porque não mudaria em nada, e é muito doloroso. A música que abre o episódio já deu o tom da homenagem: Celebração do amor em todos os sentidos.

As músicas escolhidas foram perfeitas, foi um dos poucos episódios que, na minha opnião, todas as músicas fizeram total sentido com a proposta, e todos cantaram com um sentimento, uma dor, que só de lembrar já começo a querer chorar novamente.

O episódio é uma homenagem linda a quem foi Cory/Finn, para mim o momento que mais senti foi a entrada da Rachel. Como essa mulher é forte,eu não aguentaria se estivesse no lugar dela, virei fã mais ainda.

Assistam sem medo, e façam como eu, em cada música lembre das passagens do Finn na série e de tudo que ele representava.

P.s.: Chorei horrores, fiquei inchada demais, vermelha e montei minha operação de guerra para esses momentos: fiz brigadeiro para depois, aconselho o mesmo.

Bruna

Voltei!

*Cof, Cof* 

Tirando a poeira deste blog, porque sumi um pouquinho né? Não sei o que deu em mim que atualizava o YouTube e esqueci de colocar o link aqui, vai entender.

Para atualizar de uma vez o blog, e pode começar a semana que vem só com novidades, sem coisas velhas, vou reunir todos os vídeos que foram ao ar e não foram colocados aqui ( quem lê acha que foram vários mas foram somente 2)

TAG: Caso, Beijo, Jogo do Penhasco

Tag super divertida que vi no canal da Beatriz, o coração até acelera para fazer, não dá para adivinhar o que vai acontecer

Resenha: Todo Dia- David Levithan

Livro lindo, que me tirou da ressaca pós Cidade dos Ossos, ressaca esta que foi pela complexidade, vale muito a pena ler.

Ainda não tem as leituras de Setembro porque falta 1 resenha para ir ao ar, queria fazer em vídeo mas estou com o tempo corrido, então devo lança-la escrita e depois completar com o vídeo.

Prometo tentar ser mais presente este mês.

Bruna

 

Resenha: Cidade dos Ossos – Cassandra Clare – Série Os Instrumentos Mortais

_CIDADE_DOS_OSSOS_1359500416P“Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando a jovem Clary decide ir para Nova York se divertir numa discoteca, ela nuca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.”

Sabe aqueles livros que viraram moda, todo mundo leu, comentou, que te deixa curiosa mas com um pé atrás? Foi assim que me senti com “Cidade dos Ossos”, o pé atrás foi pelo Henri do Na Minha Estante, que quando perguntei a ele sobre a série ele já tinha me adiantado que o primeiro poderia ser um pouco chato, mas que melhorava nos outros.

O mundo criado por Cassandra Clare é fantástico, muito bem estruturado, detalhado, o que é gostoso para deixar a imaginação fluir, livros assim já me ganham, porque estimular minha criatividade é tudo.

Clary já começa o livro com uma “perda” e uma descoberta que faz o mundo girar 360°, ela não é uma humana comum, ela é uma Caçadora de Sombras. Imagiana que você sai com seu melhor amigo, neste caso Simon que tem tiradas ótimas ao longo do livro, para comemorar seu aniversário em um boate, quando você vê 3 pessoas estranhas indo para o fundo com outra e matando-a, é ou não é loucura demais para uma noite? A forma como tudo isso acontece e muito rápido,  Cassandra Clare não é o tipo de autora de muito mistério, ela revela logo vários pontos, sem enrolação.

Colocar vários seres fantásticos logo no começo deu um nó na minha cabeça, tanto que recorri a “agenda” de anotações para ficar menos perdida e a leitura fluir um pouco melhor, aconselho a fazer isso sempre que sentir que o livro é muito explicado, me ajuda bastante até na hora de resenhas.

Os caçadores que conhecemos logo são Jace, Alex e Isabelle. Para mim Jace dos 3 é o que mais esconde o que sente tentando se passar por forte, entendo todos os motivos dele para ser assim e por isso não o julgo tanto, Alex eu vejo como o amigo para todos os momentos, mesmo que com Jace a história é outra e uma boa parte do livro, por motivos óbvios, ele “odeie” a Clary, Isabelle eu teria como amiga, ela tem um tipo de humor único, que combina demais com Simon.

Valentine o “grande vilão” da história, quando aparece realmente ele faz algumas revelações que me deixam em dúvida sobre o que é verdade, e o que ele inventou para conseguir atrair Jace e Clary para seu lado. A maior revelação que ele fez não me convenceu, a minha teoria é que ele possa ter sido enganado pela Jocelyn, mas tenho alguns livro ainda para ler para constatar esta teoria.

Eu demorei demais para ler, por conta do livro ser pesado, e muita informação a todo momento, isso me cansava e eu acabava deixando ele de lado um pouco.  Penso que ela quis com esse livro apresentar de uma vez todo o universo que ela criou para depois focar somente na história e não ter que dar mais nenhuma explicação sobre isso.

Eu recomendo a leitura, mas já leia preparado para um enxurrada de informações a cada página, a história é muito bem elaborada e sem muitos rodeios, quem não curte autor que “enrola” com certeza vai gostar da Cassandra Clare, antes que eu me esqueça as cenas de ação são perfeitas.

Não pretendo começar Cidade de Vidro este mês, porque não quero deixar as resenhas muito repetitivas.

Bruna