Resenha: A Ascensão dos Nove – Pittacus Lore

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“Antes de encontrar John Smith, o Número Quatro, eu estava sozinha, lutando e me escondendo para continuar viva. Juntos, somos ainda mais poderosos. Mas isso só vai durar até precisarmos nos separar para localizar os outros. Fui até a Espanha em busca da Número Sete e encontrei mais do que esperava: um décimo membro da Garde, que conseguiu escapar vivo de Lorien. Ella é mais jovem que o restante de nós, mas igualmente corajosa. Agora estamos à procura dos outros — de John inclusive.” – Skoob

Cuidado esta resenha pode conter spoliers dos dois primeiros livros da série

Em a Ascenção dos Nove, voltamos a aventura de Jonh, agora para além de matar Setrakus Rá, resgatar Sam das mãos dos mogadorianos com seu novo aliado, o número Nove.

Enquanto isso, Seis e Marina e juntam a recém descoberta número dez Ella e seu Cêpan Crayton em busca do número 8, que eles acreditam ser o mais forte de todos.

Nem tudo acontece como eles planejam, mas com as novas descobertas e alianças formadas, e com Setrakus Rá na Terra esperando para tentar acabar com os últimos Lorianos antes que seus legados se desenvolvam até juntos ficarem mais fortes que ele.

Depois de descobrir o paradeiro do número oito, e seus legados, Marina, Seis e Ella, se juntam a ele para procurar Jonh, e assim se juntarem para o duelo final, mas isso não acontece como esperado.

Depois de um começo difícil, Nove e John começam a se entender, e descobrem que são aliados com um objetivo comum, e não o contrário.

Quando a reunião finalmente acontece e Setrakus Rá aparece, o autor consegue novamente com maestria nos deixar sem fôlego, não conseguindo para de ler até ver o final, e nos deixa com abstinência, esperando que o próximo seja lançado o mais breve possível, porque agora tudo pode acontecer.

Bruna.

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Resenha: O Poder dos seis – Pittacus Lore

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“O planeta Lorien foi devastado pelos mogadorianos, e seus habitantes, dizimados. Exceto nove crianças e seus guardiões, que se exilaram na Terra. Eles são como os super-heróis que idolatramos nos filmes e nos quadrinhos – porém, são reais. O Número Um foi morto na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Tentaram pegar o Número Quatro, John Smith, em Ohio, e falharam. Em O poder dos seis, John e a Número Seis se recuperam da grande batalha contra os mogadorianos, de quem ainda fogem para salvar a própria vida. Enquanto isso, a Número Sete está escondida em um convento na Espanha, acompanhando pela Internet notícias sobre John. Ela se pergunta onde estão Cinco e Seis, imaginando se um deles é a garota de cabelo preto e olhos cinzentos de seus sonhos, cujos poderes vão além de tudo o que ela já imaginou, aquela que tem a força necessária para reunir os seis sobreviventes.” – Skoob

Cuidado esta resenha contém Spoliers do livro “Eu sou o número Quatro”.

Depois da batalha na escola, de perder seu Cepân, quase perder Bernie Kosar, e ter de afastar de Sarah, Jonh  agora está a caminho do ponto alto de sua missão, encontrar e matar Serakus Rá, mas mesmo sem seu Cêpan, ele não está sozinho, Seis e Sam estão ao seu lado, para o que der e vier.

A continuação de “Eu sou o número quatro”, começa com a revelação da número Sete, ou Marina seu nome “terrestre”, e sua história, bem diferente das de Seis e John.

Marina e sua Cêpan Adelina, passaram maus bocados depois de chegarem a Terra, até serem acolhidas em um convento, onde Marina fica, pelo que se entende de sua narrativa, até os 17 anos.

Sua Cepân perde a confiança em sua missão, e a abandona, sem ajuda-la a descobrir seus legados e treina-los, ela tem que se virar totalmente sozinha.

Enquanto isso Sam, Seis e Jonh descobrem através de uma carta de Henry, que o pai de Sam ajudava os Lorienos, e as suspeitas dele que o pai tinha sido abduzido por aliens se confirmam.

Não posso contar mais, senão acaba com toda a emoção, mas o livro revelam fatos que podem mudar totalmente o rumo da história, e começa a reunião dos Gardes para a batalha “final”.

O livro te prende por sua narrativa totalmente diferenciada do primeiro livro da série. Nesse as histórias são narradas por Seis, Marina e Jonh, e sempre param quando você fica sem folego, e só retornam dois capítulos a frente.

É uma ótima continuação, mais eletrizante que a primeira, que quando se aproxima do final fica mais difícil de largar, e quando acaba, você já fica querendo a “ Ascenção dos Nove”, porque o gosto de quero mais permanece.

Obs: Boatos dão conta que este livro também vai virar filme, minha opnião sobre o FILME ” eu sou o número quatro”, será feito em vídeo.

Bruna

Na fila: Livros que gostaria de ler antes do final do ano

Não sei porque, mas meu vício literário anda crescendo assustadoramente nos últimos meses.

Não posso ver ninguém comentando bem de algum livro que a sinopse me agrade, que vou correndo procurar para ler, mesmo já tendo me decepcionando e parado em 2 bem no começo.

Esta lista são dos livros que pretendo ler até o final do ano se tudo sair como planejo.

As sinopses são do Skoob.

page– A Descoberta das Bruxas.

Autora: Deborah Harkness

Editora: Rocco

Páginas: 640 Páginas

Sinopse: 

“Respeitada pesquisadora Diana Bishop passou a vida tentando negar a sua verdadeira identidade. Filha única de pais bruxos, ela se torna órfã aos sete anos e passa a rejeitar as suas habilidades mágicas, determinada a se parecer o máximo possível com os humanos. Quando descobre acidentalmente um misterioso manuscrito escondido há séculos, Diana traz à tona um mundo sobrenatural aterrador, com uma horda de demônios, vampiros e bruxas. A partir daí, a aventura de Diana por 1.500 anos de histórias está apenas começando.

Livro de estreia de Deborah Harkness, A Descoberta das Bruxas alcançou, já na semana de lançamento nos Estados Unidos, o segundo lugar na concorrida lista dos mais vendidos do The New York Times, e permanece no prestigioso ranking há oito semanas. O motivo do sucesso está na mistura de magia, romance e thriller de ação na qual a personagem principal, Diana Bishop, é tragada contra a vontade para um turbilhão de conspirações e disputas de poder em torno do exemplar perdido Ashmole 782.

O manuscrito, redigido pelo alquimista Elias Ashmole, é encontrado por Diana na biblioteca em que pesquisa. Ao tocar o livro, ela sente uma atração irresistível por ele, algo poderosamente mágico, que a faz levá-lo para casa. O que ela não imagina é que o manuscrito é procurado há anos, e cobiçado por seres que ultrapassam a esfera humana, como demônios e vampiros.

Um dos interessados na obra do alquimista é Matthew Clairmont, um geneticista com paixão por Darwin. Charmoso e misterioso, apesar da aparência jovem, Matthew vaga pela Terra há mais de 1.500 anos. O vampiro se aproxima de Diana, despertando nela uma forte desconfiança de que, por trás de todo o seu galanteio, se esconda apenas o interesse em obter o livro. Os motivos de sua busca pelo exemplar não são revelados, mas o afeto dele pela poderosa bruxa não demora muito a ficar claro. Diana, relutante em assumir sua natureza de bruxa, também resiste a admitir seus sentimentos pelo vampiro. O casal, no entanto, não demora a se formar.”

Quero ler porque mistura muita coisa que adoro: magia, romance e ação. Já foi muito bem falado pelo blog  Viagem Literária, o que aguçou mais minha vontade.

– A culpa é das estrelas

Autor: John Green

Editora: Ed. Intrínseca

Páginas: 283

Sinopse:  ” Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.”

Eu comecei a ler o livro, tem um começo em dramático, mas não o continuei porque comecei a ler junto ” Eu sou o número quatro” , e o mesmo me prendeu de uma tal forma, que estou no terceiro livro da série. Pretendo recomeça-lo assim que terminar ” A asscenção dos nove”.

– Dezesseis Luas

Autora: Margareth Stohl / Kami Garcia

Editora: Galera Record

Páginas: 490

Sinopse: ” Ethan é um garoto normal de uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos e totalmente atormentado por sonhos, ou melhor, pesadelos com uma garota que ele nunca conheceu. Até que ela aparece… Lena Duchannes é uma adolescente que luta para esconder seus poderes e uma maldição que assombra sua família há gerações. Mais que um romance entre eles, há um segredo decisivo que pode vir à tona. Eleito pelo Amazon um dos melhores livros de ficção de 2009. Direitos de tradução vendidos para 24 países. Um filme da série está sendo produzido. “Pacote completo: um cenário assustador, uma maldição fatal, reencarnação, feitiços, bruxaria, vudu e personagens que simplesmente prenderão o leitor até o fim…”

Vou ser bem sincera, quando comecei a ver demais falarem sobre o livro, não senti vontade alguma de ler. Na maioria das vezes eu leio bem depois do “boom”, acho que para não me influenciar.

Quando fiquei sabendo que a série viraria filme, e eu prefiro ler sempre os livros antes, mesmo que nem sempre consiga, decidi que deveria conhecer a história.

Além do mais é de “fantasia”, bruxas, magia, tudo que sou fascinada.

E você tem algum(s) livro que queira ler até o final do ano?

A medida que eu conseguir terminar, posto resenha de cada um.

Bruna

 

 

Resenha: Eu sou o número quatro – Pittacus Lore

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“Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos — mas somos reais. Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. O Número Um foi capturado na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo.”

Esse é o primeiro livro de uma série de 3, mas há boatos que serão mais, de Pittacus Lore, nome fantasia do autor que logo nas primeiras folhas diz que os fatos narrados são reais, e os nomes foram trocados para resguardar as pessoas envolvidas.

Como o próprio resumo do Skoob dá a entender, a história gira em torno de nove pessoas, que foram misturadas entre nós, mas que tem poderes que achamos que só existem no cinema.

Esses jovens vieram de um planeta distante, Lorien, refugiados de uma guerra intergaláctica contra magadorianos, aliens do mal, que quando souberam do paradeiro das 9 crianças, começaram uma busca implacavel pela Terra, para mata-los antes que os seus poderes se desenvolvam.

A história parece bem ficção científica olhando por alto, mas quando você começa a ler não consegue parar. A narrativa te envolve, você torce pelo número Quatro, fica feliz quando ele começa a desenvolver seus legados e se coloca no lugar dele em algumas situações tipicas de sua idade, no livro ele tem 15 anos.

A lutas com os mogadorianos é de tirar o fôlego, você não consegue parar de ler até descobrir se todos os envolvidos vão sobreviver ou não, e como os legados dele podem ajudar.

O que torna a história mais emocionante é que, quando as 9 crianças foram mandadas a Terra os Anciões lançaram sobre elas um encantmento, elas só poderiam ser mortas em ordem crescente, se alguém tentasse matá-las fora da ordem, todo o ferimento que mataria a criança, matava o seu algoz.

Recomendo a leitura do livro, sobre o filme falarei mais para frente.

Espero que gostem.

Bruna

 

Aldiko – Um ótimo leitor de e-books para Android

aldikoMeus pais nunca me obrigaram a ler nada, eu sempre li porque gosto, e meus pais incentivaram.

Me lembro que depois de aprender a ler, li todas as revistas de casa, eram várias porque meus pais assinavam, e todos os gibis que eles compravam para mim.

Com esse histórico aprendi a ler com facilidade, leio livros grandes rápido, e tem pessoas que nem acreditam.

Quando eu e meu namorado compramos o Ipad, ele me dizia para procurar livros e ler nele, porque o primo fazia isso e dizia que era ótimo, eu dizia que não porque eu AMO os livros impressos, aquele cheiro de livro novo sabe?.

Não demorou me rendi aos famosos ebooks, por inúmeras facilidades, como poder levar vários livros aonde eu for, gravar a página que eu parei, marcar frases que eu gostei sem ficar com dó do livro, e poder baixar vários pela internet, mas isso é assunto para outro post.

Meu tablet é Apple, mas meu celular é Android, então fui atrás de um aplicativo com as funcionalidades do IBooks para Android, e achei o Aldiko.

Com ele, igual o ibooks, podemos ler em formato epub e pdf, e temos estante para colocar todos nossos livros, possui loja própria para compra, marca frases, regula a luz para facilitar a leitura e etc.

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Quem quiser entrar na onda dos ebooks, mas não gosta de ler no computador e tem celular ou tablet com sistema operacional Android, eu recomendo o Aldiko.

Até a próxima,

Bruna.

Fotos: Google Play

Skoob – Rede social para os amantes da leitura

 

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Post bem nerd, mas achei uma sacada fantástica.

O skoob, como citei no título, é uma rede social criada para quem gosta de ler, e quer encontrar outras pessoas com esse mesmo hobby, o que hoje no Brasil eu acho muito difícil.

O legal é que podemos criar nossa estante de livros, compartilhando com todos os livros que já lemos, podendo fazer resenha e mostrando em quanto tempo você leu determinado livro, os que pretendemos ler, os que desejamos, e os que temos disponíveis.

Tem também comunidades para autores, temas, livros e editoras, podendo assim encontrar mais pessoas com os mesmos interesses.

Tem a aba de cortesias, onde as editoras sorteiam livros, é só cadastrar o que você quer participar e torcer, eu ainda não consegui ganhar quem sabe um dia.

Para cadastrar pode-se usar a conta do facebook ou cadastrar o e-mail.

Quem quiser seguir essa quase “nerd” que vos escreve, e ver qual é o próximo livro que vou resenhar aqui, é só me procurar por “Bruh”.

Na barra ao lado tem a minha estante de futuras leituras, se quiserem sugerir algum livro que tenham gostado e não tenha ao lado, estou aberta a descobrir novos livros.

Como tudo hoje é motivo de crítica, isso não é um PUBLIEDITORIAL, é a palavra de uma apaixonada por livros, que descobriu uma rede social para isso.

As vantagens de ser invisivel

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“Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

Skoob.

 

Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.”

 

Comecei a ler esse livro depois que me cadastrei no Skoob, falo sobre a rede social em um próximo post, por vários motivos, os mais importantes foram o quanto tinha resenhas positivas, e pelo trailer do filme, que estreou em outubro, mas não vi muita divulgação.

No começo pensei ser um livro bobo, de um adolescente no auge dos seus 15 anos, tímido querendo se encaixar, mas depois fui entendendo seus motivos e consequentemente me apaixonando pelos 3 personagens: Charlie, Sam e Patrick.

Acho que me apaixonei por Charlie, porque me vi nele em algumas situações, principalmente pela timidez, um amor incondicional por leitura, devorando todos os livros que puder, e assim viajando.

Charlie está numa fase de descobertas, quando o melhor amigo se suicida, o que já mexe muito em sua estrutura sentimental. Na família ele não encontra espaço para se expressar, então começa a enviar cartas a uma pessoa desconhecida, que é a narrativa do livro, lemos essas cartas, e como a pessoa não o conhece, ele se abre, conta seus medos, sonhos, aflições, dúvidas.

Até conhecer Patrick e sua meia-irmã Sam, por quem ele se apaixona da forma mais pura, no final desejando sua felicidade acima de tudo.

Patrick e Sam são os amigos-irmãos, como costumo chamar aqueles amigos que contamos tudo e pedimos ajuda, que ajudam Charlie a se descobrir, a passar por conflitos comuns nessa fase, como o primeiro encontro, o primeiro beijo e a primeira vez.

Não posso adiantar mais, porque senão acabo contando o motivo de tudo isso acontecer com ele, mas é um livro lindo, que te faz rir e chorar as vezes ao mesmo tempo, e em alguns casos, se reconhecer e perceber que nunca estamos sozinhos, se tivermos amigos-irmãos por perto.

” Nós somos infinitos”

Charlie.