Resenha: Eu sou o número quatro – Pittacus Lore

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“Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos — mas somos reais. Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. O Número Um foi capturado na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo.”

Esse é o primeiro livro de uma série de 3, mas há boatos que serão mais, de Pittacus Lore, nome fantasia do autor que logo nas primeiras folhas diz que os fatos narrados são reais, e os nomes foram trocados para resguardar as pessoas envolvidas.

Como o próprio resumo do Skoob dá a entender, a história gira em torno de nove pessoas, que foram misturadas entre nós, mas que tem poderes que achamos que só existem no cinema.

Esses jovens vieram de um planeta distante, Lorien, refugiados de uma guerra intergaláctica contra magadorianos, aliens do mal, que quando souberam do paradeiro das 9 crianças, começaram uma busca implacavel pela Terra, para mata-los antes que os seus poderes se desenvolvam.

A história parece bem ficção científica olhando por alto, mas quando você começa a ler não consegue parar. A narrativa te envolve, você torce pelo número Quatro, fica feliz quando ele começa a desenvolver seus legados e se coloca no lugar dele em algumas situações tipicas de sua idade, no livro ele tem 15 anos.

A lutas com os mogadorianos é de tirar o fôlego, você não consegue parar de ler até descobrir se todos os envolvidos vão sobreviver ou não, e como os legados dele podem ajudar.

O que torna a história mais emocionante é que, quando as 9 crianças foram mandadas a Terra os Anciões lançaram sobre elas um encantmento, elas só poderiam ser mortas em ordem crescente, se alguém tentasse matá-las fora da ordem, todo o ferimento que mataria a criança, matava o seu algoz.

Recomendo a leitura do livro, sobre o filme falarei mais para frente.

Espero que gostem.

Bruna

 

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