Da cabeceira para as telas: João e Maria: Caçadores de Bruxas

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Resolvi criá-la porque pesquisando os filmes que serão lançados este ano, e que já estão criando muita expectativa, a maioria é adaptações de livros, e nem só de livros eu vivo, também amo cinema.

Na última sexta-feira (25/01/13) estreou nos cinemas o filme “João e Maria: Caçadores de Bruxas” nas versões 2D e 3D. Eu como uma boa fã de contos de fadas, fantasia e continuações de histórias infantis fui conferir a versão em 3D e conto o que achei desta “continuação” do conto dos Irmãos Grimm.

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Primeiramente se você pensou que por se tratar de uma história bobinha, sem ação e infantilizada, pode esquecer essa idéia. João e Maria surpreende com ótimas cenas de ação, sustos, comédia e efeitos especiais de tirar o folêgo.

A história começa parecida ao conto original, os dois irmãos são deixados na florestas á noite pelo pai sem nenhum motivo aparente. Começam a sentir fome e caminham pela floresta tentando voltar para casa, no caminho encontrarão a casa da bruxa dos doces, onde são feitos “reféns” e alimentados para virarem comida. Mas usando sua esperteza conseguem jogar a bruxa no forno e ela morre.

Depois disso se especializam a resgatar crianças de bruxas ao redor do mundo e mata-las. A história começa quando são chamados a um vilarejo onde as bruxas já sequestraram 11 crianças, 5 meninas e 6 meninos.

A caça a bruxa Muriel que sequestrou as crianças tem bastante ação, de armadilhas bem feitas a voo de vassouras. Mas o mais legal é você poder imaginar que a história não acabou no conto, que ela evoluiu, que foi colocado outro motivo para o abandono dos dois na floresta, e que este é o motivo principal deles terem se tornado caçadores de bruxas sem saber.

Recomendo o filme para todos, menos para os menores de 14 anos como diz a classificação indicativa. O filme é envolvente e fica no final um gosto de quero mais.

Bruna

 

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Resenha: Jogos Vorazes – Suzanne Collins

 

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“Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?”

Este é mais um livro que li apenas depois de assistir ao filme, que para mim pecou um pouco, acho que se tivesse feito ao contrário teria uma raiva enorme do filme.

Foi a minha primeira distopia, não li com grandes expectativas porque não tinha visto resenha nenhuma, li por curiosidade depois do filme.

A Katniss é um menina que teve que amadurecer cedo por conta da morte do pai e da inércia da mãe, é forte, decidida, mas quando ela se achav muito auto suficiente eu queria brigar com ela.

Preciso confessar que adoro o Petta, é um rapaz doce, decidido, carismático, se arriscou para salvar um amor que nem era correspondido.

Acho a discussão sobre política e reality shows bem suave neste livro, mas não deixa nem um pouco a desejar.

Eu recomendo que se você não viu o filme, leia o livro primeiro, há algumas passagens no livro que fazem o entendimento do filme ser maior, e a experiencia mais prazerosa.

Bruna

Resenha: A culpa é das estrelas – John Green

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‘Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.’

Skoob

Quando comecei a ver resenhas sobre o livro, o que sempre me chamava a atenção era que a maioria das pessoas tinham se emocionado muito com ele, que era tocante.

Comecei a ler meio descrente, porque na maioria das vezes não leio livro no auge quando todo mundo está lendo, para não ser influenciada,mas tenho que admitir, todos estavam certos.

A história te envolve, te emociona, te faz rever conceitos de vida, e no meu caso, te faz chorar com um final belissimo.

O Gus é um personagem apaixonante, é acido e doce, engraçado e sério, é um misto que dá certo em todos os sentidos. A Hazel me dava raiva em algumas partes, por só pensar em morte e não viver, mas no final se transforma por causa do Gus, que ensina a ela a viver com intensidade.

Se você acha que o que falam sobre o livro é exagerado, como eu achava, esqueça, é tudo aquilo que as pessoas dizem.

Recomendo a leitura a qualquer pessoa, como forma de reflexão sobre como vivemos.

Bruna

Resenha: Dezesseis Luas – Kami Garcia Margareth Stohl

Nem eu acredito mas, consegui ler os 3 livros que me propus até o dia 31 de dezembro, na verdade acabei o último no dia 30 de madrugada, como as férias fazem bem.

E como prometido começarei as resenhas por ordem de leitura, o primeiro foi Dezesseis Luas.

Dezesseis-Luas

 

‘Ethan é um garoto normal de uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos e totalmente atormentado por sonhos, ou melhor, pesadelos com uma garota que ele nunca conheceu. Até que ela aparece… Lena Duchannes é uma adolescente que luta para esconder seus poderes e uma maldição que assombra sua família há gerações. Mais que um romance entre eles, há um segredo decisivo que pode vir à tona. Eleito pelo Amazon um dos melhores livros de ficção de 2009. Direitos de tradução vendidos para 24 países. Um filme da série está sendo produzido. “Pacote completo: um cenário assustador, uma maldição fatal, reencarnação, feitiços, bruxaria, vudu e personagens que simplesmente prenderão o leitor até o fim…”

Sinopse: Skoob

Já li criticas positivas e negativas sobre esse livro, confesso que sempre que vejo essa divisão fico um pouco com medo de ler, de ser influenciado por resenha x ou y. Mas o filme está para ser lançado em Fevereiro, então resolvi ler tentando esquecer tudo que li sobre ele.

Tenho que confessar, no começo não dei muito bola para a história, achei que ia ser um romance sobrenatural bem adolescente e açucarado. A partir do meio a história começou a fazer sentido, e me provar que o romance meloso não era tão melecado assim, mesmo existindo.

A Lena foi um personagem que as vezes eu queria brigar com ela, por achar ela muito chata, com tendência a querer ser certinha, mas quando descobri o motivo das suas chatices, comecei a compreende-la.

O segredo que ela guarda sobre a noite em que ela fará dezesseis anos, entenderam porque dezesseis luas, me deixariam louca também, ainda mas com uma pessoa que gosta de mim como o Ethan gosta dela.

O enredo é muito bem feito, a história é muito boa, mas já ouvi falar que teria até o 22 luas, portanto mais SEIS livros, acho muito, penso que a autora pode começar a ficar repetitiva e chata, porque sempre saberemos o final. Penso eu que 3 livros, no máximo 4, seria o necesário para a história acabar sem que os fãs fiquem com raiva.

Ainda não li Dezessete Luas, ela vai ficar para as leituras ou de Janeiro ou Fevereiro.

Beijos,

Bruna