Resenha: A Batalha do Labirinto – Rick Riordan – Saga Percy Jackson e os Olimpianos

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“O Monte Olimpo está em perigo. Cronos, o perverso titã que foi destronado e feito em pedaços pelos doze deuses olimpianos, prepara um retorno triunfal. O primeiro passo de suas tropas será atacar e destruir o campo de treinamento dos heróis, filhos de deuses com mortais, que desde a Grécia Antiga combatem na linha de frente em defesa dos olimpianos.

Para assegurar que o refúgio de semideuses, o Acampamento Meio-Sangue, não seja invadido, Percy Jackson, Tyson, Annabeth e Grover são destacados para uma importante missão: deter as forças de Cronos antes que se aproximem do acampamento, no emaranhado de corredores do temido Labirinto de Dédalo – um interminável universo subterrâneo que, a cada curva, revela as mais aterrorizantes surpresas.”

Skoob

Quase vencendo o prazo mas terminei o penúltimo livro, triste já, da saga de Percy Jackson.
Como sempre Percy no começo tenta ser um garoto normal, mas algum monstro sempre o encontra e bagunça totalmente sua vida, colocando sua coragem á prova, e fazendo com que algumas pessoas o achem mais problemático do que ele é.
Desta vez Percy junto com seus amigos e seu meu irmão, se unem novamente para salvar o acampamento de um destino horrível enfrentando um inimigo pouco convencional: o labirinto de Dédalos, que guardam além de monstros “ilusões” que confundem os meio-sangue em busca do criador do mesmo.
Percy Jackson continua meio lento em perceber certas coisas, uma em si até o final do livro ele não desconfiou mas acho que no ultimo livro isso deve mudar, mas quando ele se dá conta parece que seu cérebro trabalha rápido para resolver os problemas.
Neste livro encontramos novamente com Nicos, filho de Hades, que no começo está tomando decisões erradas, mas um pouco justificadas ao meu ver, mas que entende tudo no momento certo e que ajuda Percy e o acampamento.
A história desta vez foi tão bem escrita que nem eu, que sempre acabo me precipitando em certos enigmas, não consegui pensar em uma resolução que estava na minha frente o tempo todo e passou batido, palmas para o Sr. Rick Riordan novamente, que conseguiu me deixar de queixo caído.
Essa saga me lembra as vezes Harry Potter, mas isso é bom porque me faz matar a saudades da série de uma forma nova, sem ter que ler o livros novamente, que eu faço bastante as vezes, e com um frescor de ser uma história que mudam os vilões e os motivos que se tem para lutar.
Como sempre, acho que Rick vai virar mais um daqueles autores que vou querer devorar todos os livros que lançar, o livro é super recomendado, mais com um aperto no coração por estar acabando essa saga.
Bruna.

Resenha: Crepúsculo – Stephenie Meyer

Quem é vivo sempre aparece. Depois do problema do computador ser resolvido, veio o problema do editor de vídeos, que ainda estou aprendendo a usar, por isso desde já peço desculpa pela qualidade do vídeo, o próximo que deve sair na sexta-feira a qualidade deve ser melhor.

No vídeo de hoje eu conto o que achei do livro Crepúsculo, faço comentários também sobre os filmes da saga e explico o porque de ler este livro só agora.

Espero que gostem,

Bruna

Resenha: A Missão de Senar – As Crônicas do Mundo Emerso- Licia Troisi

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” Dessa vez, a trama concentra-se no jovem mago e conselheiro, cuja missão no Mundo Submerso pode definir os rumos da defesa das Terras Livres do Mundo Emerso contra o Tirano.

Senar parte sozinho e desacreditado em busca de quem possa orientá-lo ou ajudá-lo a chegar neste Mundo dado como perdido. De volta à Terra do Mar, sua terra natal, o mago encontra companhia e guia em um grupo de piratas. Após enfrentar a longa viagem e os perigos inesperados, Senar chega à Zalênia, nome que o povo do Mundo Submerso dá à sua terra. Quase condenado à morte pelo que é considerado uma invasão, o conselheiro consegue cumprir sua missão diplomática e convencer o rei Nereu a enviar suas tropas em ajuda ao povo das Terras Livres.

Enquanto Senar atinge seus objetivos em terra longínqua, Nihal é finalmente consagrada Cavaleiro de Dragão. Sua satisfação é, porém, transformada em força de luta, já que os soldados do Tirano avançam e a Terra do Vento, até então livre, sucumbe à superioridade militar daquelas tropas. A jovem, entretanto, derrota e aprisiona o poderoso cavaleiro Dola, braço direito do déspota, e essa conquista provoca uma triste descoberta: a verdadeira origem de seu querido mestre Ido, antes ele mesmo um cavaleiro a serviço do mal. As dificuldades das batalhas também começam a mostrar a Nihal o poder da Lágrima, presente que recebera do povo dos duendes.

A distância entre Senar e Nihal, em missões nobres e distintas, os faz compreender que o laço que os une é mais forte que amizade. Entretanto, nada declaram um ao outro no momento do reencontro. A urgência da guerra os consome e a semi-elfo acaba por encontrar Reis, a maga do povo dos gnomos e mestre da ex-conselheira Soana, que lhe revela, enfim, sua missão. Diante da verdade que tanto buscava, Nihal se vê confusa. Contudo, a iminente perda de mais uma Terra, a da Água, é o estopim para que a guerreira decida enfrentar seu destino.”

 

*Como este livro é uma continuação pode ter spoilers do primeiro livro*

Terminamos o primeiro livro, que é somente de Nihal, com a briga dela e de Senar, que em uma tentativa de ajudar o exercito das Terras Livres decide ir atrás dos governantes do Mundo Submerso para pedir ajuda militar.

No começo do livro, e pelo titulo, parece que será todo voltado para Senar e sua aventura, digo aventura porque ele e os piratas que ele contratou para a missão não sabem chegar ao destino, e todos que tentam nunca voltam.

Mas ai que mais ou menos na metade do livro ele se divide entre Nihal, com suas batalhas, dores e descobertas de cair o queixo, e Senar, que chega ao seu destino, mas nunca imaginou que chegar ao objetivo que o levou para lá fosse tão árduo e também que iria se conhecer muito melhor quando voltasse.

Esse livro foi enrolado para ler, porque o começo foi meio lento ao meu ver e não me dava vontade de continuar, isso foi até Senar chegar ao Mundo Submerso, ai tudo mudou e a história deslanchou de vez, já as partes de Nihal eram as que sempre me prendiam mais, porque nesse livro ela se descobre, descobre eventos e pessoas ligadas o seu passado, e amadurece como mulher e como cavaleiro, e é tocante acompanhar as descobertas com ela, acho que ela entraria para minha lista de heroínas favoritas, pela coragem e por não ter frescuras e papas na língua.

Fiquei com vontade de devorar o último livro da trilogia, ” O Talismã do Poder”, porque o final me deixou louca de curiosidade, mas ainda tenho 3 livros pra terminar este mês, portanto me segurei muito.

Esta saga está mais do que recomendada para quem ama livros com bastante ação e batalhas épicas, sem frescuras é claro.

Bruna

Resenha: Pandemônio – Lauren Oliver

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“Dividida entre o passado — Alex, a luta pela sobrevivência na Selva — e o presente, no qual crescem as sementes de uma violenta revolução, Lena Haloway terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor sem, porém, se transformar em um zumbi: modo como os Inválidos se referem aos curados. Não importa o quanto o governo tema as emoções, as faíscas da revolta pouco a pouco incendeiam a sociedade, vindas de todos os lugares… inclusive de dentro.”

Skoob

 

Acabei o livro a 2 minutos atras, e ainda não me conformo com o que li, foi chocante demais, me deixou completamente dividida e louca para ler Requiem.

Delírio ao meu ver, mostra uma Lena descobrindo que tudo em que ela acreditava ser o correto, não era tão correto assim, ela se descobre, um pouco, como pessoa, se deixa livre.

Em Pandemônio, ela mostra um amadurecimento impressionante, ela se tornou um personagem tão rico, duro, verdadeiro, que eu tenho que coloca-lá no topo da minha lista de preferidos.
Ela não é a mocinha frágil,indecisa, que se apega ao primeiro amor como se fosse único e por isso tem que ficar se lamentando a toda hora o seu infortúnio destino. Não, ela tem coragem de guardar as boas recordações em um lugar especial e viver um amor novamente, procurar ser feliz.
Até ai você que esta lendo esta resenha acha que tudo acabou como um mar de rosas para Lena, ela achou um novo amor, esta feliz, realizada, mais ai vem Lauren Oliver e deixarei queixo no chão, com uma reviravolta inacreditável, e te deixa totalmente divido, sem saber o que fazer.

Julian, o novo amor de Lena, consegue ser mais apaixonante do que Alex, ela é doce, tímido  e passa a impressão de concordar com o sistema, onde ele aparece como a “bandeira” principal da ASD, América sem Delira isso até se abrir com Lena e se mostrar completamente.

Eu adorei a forma que o livro è narrado, mesclando a Lena na selva, com todas as dificuldades, aprendendo a se conhecer e superar seus traumas, e a mesma Lena em Nova York, em uma missão cheia de perigos e cenas de ação de tirar o fôlego, tinha vezes que não conseguia respirar.
Para quem gosta de distopias, Delírio e Pandemônio são um prato cheio, e tenho certeza que vocês irão ter a mesma reação que eu tive: Porque fazer isso Lauren Oliver?

Resenha: Fiquei com sua número – Sophie Kinsella

Fiquei com o seu número

 

“A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir.”

Skoob

 

Não sei para vocês, mas depois de ler livros mais complexos gosto de ler algo mais leve e engraçado, e sempre vou atrás deus Chick-lit, e se for da Sophie é melhor ainda.

O livro conta a história da Poppy Wyatt que acabou de ficar noiva do homem que ela acredita ser o seu príncipe encantado, e ainda por cima ganha um anel familiar valioso, então nada melhor do que comemorar com as amigas certo? Você diria certo se você não tivesse o azar que ela tem, além de perder o anel, os sogros vem visita-los e o seu celular, que ela já tinha passado ao hotel inteiro para que a avisassem se achassem o anel avisar, foi roubado, o que mais podia dar de errado? Ela se “apropriar” de um celular empresarial e ter que “trabalhar” para outra pessoa sem ser sua função.

Só a sinopse já te diz que Poppy é aquele tipo de personagem totalmente sem sorte, que se coloca em várias situações divertidíssimas, mas o que poderia ser visto como azar na verdade não é.

Fiquei com seu número é um livro para rir muito, e chorar também, mas o que me toca mais é que ele tem um quê de real impressionante, como todos os livros da autora, é fácil se colocar no lugar da protagonista, sentir todas as suas emoções, tantos as boas como as ruins,querer dar conselhos a ela, acho que essa escrita tão leve e real da Sophie Kinsella é que faz os livros delas serem tão agradáveis. Recomendo para rir muito, relaxar e tentar ver que as vezes o “azar” não é tão ruim assim.

Bruna

 

Meta de Leitura #2: Maio/13

Atrasei pelos motivos já descritos no post anterior, mas não falhei, e venho com a meta para o mês de Maio e comento sobre os livros de Abril.

Resenhas:

Delírio – Lauren Oliver

A Maldição do Titã – Rick Riordian

A Senhora da Magia – Marion Zimmer Bradley

A Probabilidade Estatística do Amor á Primeira vista – Jennifer E. Smith

Fiquei com seu número – Sophie Kinsella

A Grande Rainha – Marion Zimmer Bradley

Bruna