Resenha: O Sobrinho do Mago – As Crônicas de Nárnia – C.S. Lewis

Essa resenha está feita em vídeo, mas o YouTube não está colaborando muito, portanto vai ter as 2 versões, espero que o problema se resolva logo.

narnia

“A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.”

Skoob

Quando você assiste somente os filmes sobre “As Crônicas de Nárnia” não bate aquela curiosidade de saber como tudo chegou naquele ponto? É sobre isso o primeiro conto da saga de C.S. Lewis, O sobrinho do mago.

Digory e a amiga Polly são crianças comuns que vivem em Londres, naquelas casas típicas onde os vizinhos dividem parede de tão próximas. E como crianças adoram imaginar aventuras, e decidem pelo sotão  das casas atravessar até a casa abandonada vizinha a de Digory, mas erram os calcúlos e acabam no sotão do Tio André, o tio esquisito de Digory, e é onde a verdadeira aventura começa.

Tio André é um solteirão, que nunca trabalhou vive as custas das irmãs, e se diz bruxo mas não consegue provar a maior de suas teorias: existem mundos além dos nossos. Ele é, no meu ponto de vista, um alucinado que nem pensa nas consequências de seus atos na vida das pessoas que ele “usa”, e quer provar de qualquer forma que ele não é louco, e ser “ovacionado” por isso.

A escrita de C.S. Lewis é tão envolvente e detalhada, que é muito fácil viajar e conseguir imaginar tudo muito bem detalhado. Para mim dessa crônica a parte mais emocionante é o nascimento de Nárnia, a vida começando a surgir de uma forma tão mágica que é difícil não se apaixonar.

Mas o mais legal é entender muito mais profudamente a próxima crônicas, que virou filme pelas mãos da Disney ( amor eterno), O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, é uma explicação que complementa e dá muito mais sentido a todo o ódio da Feiticeira por Aslam e pelas crianças.

Estou totalmente convencida que Nárnia é aquele tipíco conto de fadas que para criança faz sonhar e viajar longe num mundo mágico onde tudo pode acontecer, e para adultos além de fazer aquela criança sonhadora acordar, faz com que começamos a refletir nossas escolhas e  atos, porque dependendo da estrada que escolhermos seremos levados a um futuro que as vezes não é como nos contos de fadas.

Vídeo:

Bruna

Meta Literária #3

Tá saindo atrasado este post, e muito por sinal, mas a internet e o YouTube não estavam colaborando com a pessoa que vos fala.

Antes tarde do que nunca trago o resumo de todas as leituras que fiz em Maio e o que pretendo ler em Junho.

Espero que tenham gostado.

Até amanhã, sim já irá ter resenha amanhã por conta dos atrasos de postagem.

Bruna