TAG: Séries

A internet aqui de casa ajudou, e eu consegui postar vídeo no YouTube.

A TAG foi feita pela Nine do Estante da Nine, e como sou apaixonada por séries também resolvi responder, as perguntas estão logo abaixo do vídeo. Se você for responder a tag também lembre-se de dar os créditos a Nine.

  1. Qual sua série favorita de todos os tempos?
  2. Qual seu personagem preferido de todos os tempos?
  3. Cite uma série que você viciou
  4. Cite um personagem que você tem algo em comum
  5. Cite uma série que todo mundo gostou (ou gosta) e você não
  6. Qual sua série favorita dos últimos tempos?
  7. Cite um protagonista que você não gosta, mas curte a série
  8. Você assiste alguma série brasileira?

É isso espero que gostem,

Bruna

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Filme: Dezesseis Luas (2013)

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Demorei para ver esta adaptação, primeiro quis ir assistir no cinema mas não tinha companhia, e depois porque as críticas estavam muito negativas, e isso me desanima.

Mas a curiosidade sempre vence, e la fui eu assistir ao filme, e resumindo em uma palavra: Desastroso.

Eu li “Dezesseis Luas” no final do ano passado, pela simples curiosidade de ver um romance adolescente pela perspectiva do garoto, que é um pouco raro na literatura. Não me decepcionei com a história, mesmo achando que em certos momentos o Ethan tinha atitudes um pouco femininas demais, mas em um todo a história foi bem escrita e envolvente.

Imaginem como eu fiquei depois de assistir ao filme, que usou apenas um pouco da base da história e mudou completamente o final? Eu fiquei sem reação, não podia acreditar no que meus olhos estavam vendo.

*Pode ser que a partir de agora eu fale alguns Spoilers do livro, então se você não o leu não recomendo continuar.*

A história trata do amor de Lena, uma conjuradora, por Ethan, um humano comum, e a grande decisão da vida dela que acontece aos 16 anos, ser boa ou má. Até aí o filme caminha muito bem, mesmo sem mostrar a ligação de mentes, que posso chamar assim, que os dois possuem que era um ponto que eu gostaria que os produtores tivessem abordado, mas tudo bem.

O problema todo para mim começou no medalhão, que só acontece no filme, naquele momento eu esperei ver a explicação do romance de uma antepassada da Lena que deu origem a maldição que  a faz escolher um lado aos 16 anos, até tem a explicação mas não foi satisfatória.

Aí chegamos ao grande momento final, o aniversário de Lena, e eu toda empolgada para ver a grande batalha de Sarafine e tio Macon seria “A” cena de ação e revelação e não aconteceu, eu vi uma menina correndo pelos campos, em uma encenação da batalha, que encontra seu grande amor morto, e o mesmo vira seu tio que se colocou no lugar dele para salva-lo, sem esquecer que no filme Lena tira ela da memória de Ethan, nada a ver com a história, e o final fica sem graça.

Acho que expliquei bem detalhado aonde eu odiei, e depois da minhas experiência, não recomendo quem gosta do livro assistir ao filme, a decepção será muito grande.

Bruna

Resenha: Métrica – Colleen Hoover

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“Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos, é obrigada a ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece resiliente e tenaz; por dentro, entretanto, está perdendo as esperanças. Um rapaz transforma tudo isso: o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor. “

Sabe aquele tipo de livro que você pensa que já entendeu a história no começo e que com certeza vai ser parecido demais com outro e você vai se decepcionar? Eu comecei a ler Métrica com esse pensamento, por causa de alguns quotes que cheguei a ler, e tinha certeza absoluta que é parecido com “Belo Desastre”, ledo engano.

Métrica é a história de Layken um menina que acabou de completar 18 anos, mas perdeu o pai a 6 meses atrás, e descobriu que a família estava falida e por isso ela, sua mãe e seu irmão tiveram que mudar do Texas para uma pequena cidade no estado de Michigan.

Ela vai com a certeza que irá odiar tudo, que foi a pior coisa que poderia acontecer na vida dela, pensamentos típicos de uma garota da sua idade, mas eles só duram até ela estacionar o jipe na garagem de casa e dar de cara com Will, o belo vizinho de 21 anos, que graças aos céus tinha um irmão da mesma idade do dela, que se tornaram amigos logo de cara.

Ela e Will começam um romance de um forma bem diferente, com um encontro totalmente despretensioso, que me fez crer que ele era O príncipe, o homem ideal para qualquer mulher, até Layken pensa assim, até começar as aulas em sua nova escola e o mundo dela desabar de vez.

A história é tão envolvente que a li em 4 horas, nem eu acredito nisso, a autora consegue te prender muito bem, o enredo é muito bem amarrado, e tem um final bem triste, eu chorei demais até os olhos ficarem inchados, e para todos que eu contei a história entenderam o porque.

Métrica não é só um romance, o livro é muito mais que isso, é um história de superação, de lidar com perdas e uma grande lição de vida. Super recomendado.

Espero que gostem,

Bruna

 

Resenha: A Terra das Sombras – A Mediadora – Meg Cabot

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“Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia. “

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O livro já começa sem enrolar muito, o que prefiro, e logo no começo já nos é revelado o que afinal é uma mediadora: uma pessoa que ajuda os desencarnados que deixaram alguma pendência na Terra, a esclarecer e resolve-las e assim seguir para a luz.

Mas Suzannah é uma adolescente de 16 anos e tem uma forma bem peculiar de ajudar os desencarnados, se for preciso ela usa a força e outras coisas a mais. Pela sua “condição” ela não gosta de construções antigas pelo risco de várias pessoas terem morrido ali, e ainda estarem com problemas para resolver.

A mãe dela é jornalista, e pelo que deu para notar, não acredita no dom da filha, parece o tipo de pessoa que tem que ver para crer. O pai dela morreu á 10 anos, e a ajudou a entender seu dom, então ela fica feliz quando a mãe conhece Andy e resolve se casar com ele, que tem 3 filhos, mas nunca imaginou que seria tirada de Nova York para morar na Califórnia.

Quando se muda, para fazer a mãe feliz, acha que vai ser bom mudar até descobrir que a casa que iriam morar e seu colégio eram muito antigos. Em casa ela já se encontra com o primeiro fantasma Jesse, que ao longo da história nos deixa intrigado com seu história e se mostra pronto para ajuda-la e não para pedir ajuda como sempre. Mas ao chegar ao colégio entranha não encontrar nenhum fantasma de primeira, isso tudo por conta de um outro mediador, mas isso acaba quando o espírito de Heather, a garota popular que se suicidou por seu ex- namorado Bryce, volta querendo vingança.

A história é muito bem construída, envolvente e a autora consegue prender nossa atenção e nos deixar curioso na medida certa. Eu comecei a leitura depois de ver um vídeo da Nine, do Estante da Nine, sobre o terceiro livro da série, e achei a resenha dela perfeita e não tinha como deixar de me interessar pela história e não me arrependo. Eu tinha lido a muito tempo atrás “O Diário da Princesa” da mesma autora, mas não tinha gostado, tanto que nem lembro muito do livro, mas esse livro foi a redenção, até o final já deixa eu gostinho de quero mais para o próximo livro.

Recomendo para quem gosta de sobrenatural, ação, uma história muito bem escrita, e pasmem pelo menos nesse livro, praticamente sem romance algum.

Bruna

Resenha: O Prisioneiro da Árvore – As Brumas de Avalon- Marion Zimmer Bradley

 

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 “Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da Árvore são os quatro volumes que compõem As Brumas de Avalon – a grande obra de Marion Zimmer Bradley -, que reconta a lenda do rei Artur através da perspectiva de suas heroínas. Guinevere se casou com Artur por determinação do pai, mas era apaixonada por Lancelote. Ela não conseguiu dar um filho e herdeiro para o marido, o que gera sérias conseqüências políticas para o reino de Camelot. Sua dedicação ao cristianismo acaba colocando Artur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência dos padres cristãos, apesar de ser juramento de respeitar a velha religião de Avalon. Além da mãe de Artur, Igraine e de Viviane, a Senhora do Lago que é a Grande Sacerdotisa de Avalon, uma outra mulher é fundamental na trama: Morgana, a irmã de Artur. Ela é vibrante, ardente em seus amores e em suas fidelidades, e polariza a história com Guinevere, constituindo-se em a sua grande rival. Sendo uma sacerdotisa de Avalon, ela tem a Visão, o que a transforma em uma mulher atormentada. Trata-se, acima de tudo, da história do conflito entre o cristianismo, representado por Guinevere, e da velha religião de Avalon, representada por Morgana. Ao acompanhar a evolução da história de Guinevere e de Morgana, assim como dos numerosos personagens que as cercam, acompanhamos também o destino das terras que mais tarde seriam conhecidas com Grã-Bretanha. As Brumas de Avalon evoca uma Bretanha que é ao mesmo tempo real e lendária – desde as suas desesperadas guerras pela sobrevivência contra a invasão saxônica até as tragédias que acompanham Artur até a sua morte e o fim da influência mítica por ele representada. Igraine, Viviane, Guinevere e Morgana revelam através da história de suas vidas e sentimentos a lenda do rei Artur, como se ela fosse nova e original.”

Skoob

Bem chegamos ao último livro da série “As Brumas de Avalon”, um série que foi basicamente de amor e ódio, e de uma literatura bem pesada.

*A partir daqui essa resenha pode conter Spoilers dos 3 livros anteriores*

Em “O gamo-rei”,  encontramos novamente com Gwydion, já um pouco mais crescido e mostrando o que herdou mais forte da mãe, a visão. Vemos nessa “criança” uma mágoa muito grande com relação a seus pais, e com um pouco de razão.

Já em “O Prisioneiro da Árvore” o primeiro foco é Morgana, como a maior parte da série ela é um dos personagens mais importantes, que depois de se casar com Rei Uriens, por um tempo nem parece a mesma pessoa de antes. Isso até começar a se envolver Acolon e começar a sentir-se novamente uma “sacerdotista”, e começa o caminho para o final fatídico e o rastro de destruição na vida de todos os envolvidos.

Morgana continua com raiva de Arthur, agravada pela morte de Viviane e a insistência de Arthur em fazer tudo para agradar Gwen e esquecer de suas promessas, e começa a planejar o roubo não só de Excalibur e seu manto, mas também do trono, e usa várias pessoas, até Acolon, para tentar conquistar seu objetivo. Nesse livro senti ela mais amarga, mais sombria, sem se preocupar com sentimentos alheios e fez 2 pessoas que ela amava sofrerem muito, Nimue e Kevin. O livro me fez enxergar Kevin de outra forma e consegui entender porque ele não se opunha a Arthur e suas decisões, então o final dele foi arrepiante para mim.

Gwydion agora já é crescido e como Gwen já sabe de tudo, resolve começar a se infiltrar na família, para roubar o trono de seu próprio pai, mas o instinto de vingança o leva longe demais, igual sua mãe.

Gwen não teve o final que eu achava merecido a ela, achei que a autora pegou bem leve, se fosse eu ela teria provado de seu veneno, e seria bem amargo. Lancelote me fez chorar muito, acho que o final dele e de Morgana foram os mais bonitos, e com significados bem grandes.

Arthur teve um final bom, mas acabou pagando caro por algo que ele desconhecia até o terceiro livro, o que foi triste também, acho que se ele soubesse antes, os finais de todos os envolvidos seriam totalmente diferentes.

Tirando o final da Gwen, acho que o livro foi muito bem escrito, os finais tem fundamentos e são totalmente coerentes com tudo que vimos nos livros anteriores. Depois disso fiquei com vontade de ler os livros de Bernard Conwell sobre o assunto e tentar entender o outro lado da história.

Espero que tenham gostado,

Bruna

 

Resenha: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa – C.S. Lewis

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“Dizem que Aslam está a caminho. Talvez já tenha chegado”, sussurrou o Castor. Edmundo experimentou uma misteriosa sensação de horror. Pedro sentiu-se valente e vigoroso. Para Suzana, foi como se uma música deliciosa tivesse enchido o ar. E Lúcia teve aquele mesmo sentimento que nos desperta a chegada do verão. Assim, no coração da terra encantada de Nárnia, as crianças lançaram-se na mais excitante e mágica aventura que alguém já escreveu.”

Skoob

 

Segundo conto da série “As Crônicas de Nárnia”, e o primeiro que virou filme, o que me fez procurar o livro para conhecer melhor a história.

*Cuidado esta resenha pode conter Spoiler do primeiro conto “O Sobrinho do Mago”*

Passa-se muitos anos desde os acontecimentos de “O Sobrinho do Mago”, vemos Digory bem mais velho, e morando sozinho, até receber a “visita” de Lúcia,Susana, Pedro e Edmundo.

A história se passa durante a guerra, as crianças são levadas por sua própria proteção. A residência tem um amplo jardim, o que causa alívio nas crianças que terão muito espaço para diversão.

Mas quando eles resolvem se divertir no lado de fora, começa uma grande tempestade, o que os obriga a brincar dentro de casa. Começaram a se aventurar por todos os comôdos, mas um em especial chamou a atenção: um quarto com apenas um guarda-roupa.

Decidiram portanto brincar de esconde-esconde, e Lúcia, a mais nova, foi esconder-se justamente no guarda-roupa, e assim reencontramos uma Nárnia totalmente diferente do primeiro conto.

Ver Nárnia gelada, em todos os aspectos possíveis, é um pecado se você leu o primeiro conto, porque é um mundo tão belo que não merece esse “castigo”.

Depois de Lúcia o próximo a entrar nesse mundo foi Edmundo, que como no filme lançado pela Disney, mentiu para os irmãos deixando Lúcia como mentirosa. E por último, mas não menos importante, vemos a entrada de Susana e Pedro, e a descoberta das mentiras de Edmundo.

Reencontramos Aslan, e vemos ele se sacrificar pelo que ele acreditava, o que é louvável demais e um grande exemplo a ser seguido. A “queda” da feiticeira branca é muito bem feita, ela própria se afundou e se destruiu com suas atitudes egoístas e egocêntricas.

Esse conto foi um grande surpresa em comparação ao filme, porque como estamos acostumados a ver sempre quando um livro vira uma adaptação para o cinema, ou fica muito distante do livro ou não tem nada haver.

Depois de ler o segundo conto recomendo que leia o livro em ordem cronológica e não de publicação, fará muito mais sentido certos acontecimentos.

Espero que tenham gostado.

Bruna