Resenha: O Ladrão de Raios – Rick Riordan – Saga Percy Jackson e os Olimpianos

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“Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.

O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos – jovens heróis modernos – terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.”

Skoob

 

Me surpreendi com Percy Jackson, não estava com muitas expectativas sobre o livro por causa do filme, então enrolei muito para ler.

Percy é um Meio-Sangue, filho de um Deus Grego com uma mortal, que mora com a mãe em NY e seu padastro Gabe. Percy não sabe nada sobre sua origem até completar 12 anos e coisas muito estranhas começarem a acontecer.

Ele recebe uma missão do Olimpo para acabar com a briga entre Zeus e Poseidon, que podem começar a terceira guerra mundial, ele tem que achar o raio mestre de Zeus e devolve-lo, mas a missão é um pouco mais complicada do que parece, e ele descobre que o poder pode cegar até quem não imaginávamos.

Eu amo mitologia Grega, e para mim a história e muito bem escrita, muito coerente com o universo que ela trata, sem deixar de lado o encantamento. No meio da história começava a anotar os nomes dos Deuses e Deusas e lembrar sua função, o que foi bem divertido, e quando não sabia, ficava esperando para descobrir.

A história me lembrou em alguns momentos Harry Potter, mas são bem pequenos o que não considero como uma história praticamente igual. Recomendo para quem curte mitologia, ação e fantasia na medida certa.

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Resenha: Sangue Quente – Issac Marion

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“R é um jovem vivendo uma crise existencial – ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos. Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a “vida” de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro. Assustador, engraçado e surpreendentemente comovente, Sangue Quente fala sobre estar vivo, estando morto, e a tênue linha que os separa.”

Skoob

Vou ser bem sincera, se fosse pela capa e pelo nome do livro e sinopse, eu não o leria. Então você deve estar se perguntando: por qual motivo eu li? Foi para entender o filme ” Meu namorado é um zumbi”.

Não assisti ao filme, e não sei se irei porque não foi uma história que me cativou tanto, mas olhando a programação do cinema para ir com o namorado, o nome me chamou atenção e foi assim que descobri o livro em questão.

O livro trata da história de R, um zumbi é claro, que vive em um aeroporto dominado por outros zumbis e os ossudos, que são zumbis sem “carne”. Ele é um zumbi “novo”, ainda  esta em seus primeiros estágios de “apodrecimento”.

O livro é narrado pelo próprio R, mas precisamente pelos seu pensamentos, porque zumbis não conseguem falar muito.

Zumbis, no caso deste livro, não se alimentam sempre, só quando acham que necessitam muito. R junto com seu amigo vi ate a cidade “caçar” comida e encontra um grupo de jovens ele mata Perry, e quando começa a comer seu cérebro lê em seus pensamentos que ele quer que Julie, sua namorada, seja salva. E R resolve salva-la.

O mais básico que posso contar sem soltar o livro todo é isso. R e Julie ficam juntos primeiramente pra salva-la, e posteriormente por amor.

O começo é bem chato, quase me fez desistir de ler, o meio já fica um pouco mais empolgante, mas o final é desastroso. Achei que faltou explicação no final. não ficou muito claro e termina sem dizer se acabaram os zumbis ou não.

Se pudesse recomendaria ler só o meio, porque o resto é terrível, foi o livro que mais consumiu paginas da agenda de anotações para que eu não me perdesse ao fazer essa resenha.

Resenha: Em Chamas – Suzanne Collins Trilogia Jogos Vorazes

emchamas“Depois do improvável e inusitado resultado dos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações nos distritos dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos – incluindo o próprio Peeta – acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menos do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos – transformados em verdadeiros ídolos nacionais – podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.”

Skoob

*CUIDADO: Esta resenha contém alguns Spoilers*

Este é o segundo livro da trilogia “Jogos Vorazes”, sendo como é de se esperar um divisor de águas para todos os personagens envolvidos na história.

O livro trata primeiramente da vida de Peeta e Katniss depois da vitória nos jogos vorazes, onde a vida dos mesmos e de seus familiares muda muito, principalmente porque eles vão morar na vila dos vitoriosos. O que era para ser uma vida mais calma, com regalias para Katniss é um pesadelo com o Presidente Snow na sua cola por não acreditar em seu amor por Peeta, que nem ela mesmo sabe se o ama ou não.

Com a vitória de Katniss e Peeta começa um revolução velada contra o Capitol, o Presidente então acha que só quem começou tudo isso pode acabar com o mesmo: Katniss. Mas como Katniss e Peeta poderiam ser “castigados” se como vencedores os mesmos tinham imunidade nos próximos sorteios? Não teria como mas…

O que Katniss e Peeta não contavam era com a carta na manga que o Presidente Snow tinha: o Massacre Quartenário. Não posso explicar como, mas ele coloca Katniss e Peeta de novo na arena, mas agora somente um pode sobreviver.

Na minha opnião é um livro que prende a atenção depois do anuncio do massacre Quartenário, antes disso só mostra uma katniss revoltada com tudo e todos, sem medir consequências dos seus atos. O livro como o primeiro deixa aquele gostinho de quero mais.

No cinema a adaptação está com data de estréia para: 22/11/13, ainda falta muito, mas não vejo a hora de assistir.

Bruna

 

Da cabeceira para as telas: João e Maria: Caçadores de Bruxas

Nova categoria no blog!

Resolvi criá-la porque pesquisando os filmes que serão lançados este ano, e que já estão criando muita expectativa, a maioria é adaptações de livros, e nem só de livros eu vivo, também amo cinema.

Na última sexta-feira (25/01/13) estreou nos cinemas o filme “João e Maria: Caçadores de Bruxas” nas versões 2D e 3D. Eu como uma boa fã de contos de fadas, fantasia e continuações de histórias infantis fui conferir a versão em 3D e conto o que achei desta “continuação” do conto dos Irmãos Grimm.

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Primeiramente se você pensou que por se tratar de uma história bobinha, sem ação e infantilizada, pode esquecer essa idéia. João e Maria surpreende com ótimas cenas de ação, sustos, comédia e efeitos especiais de tirar o folêgo.

A história começa parecida ao conto original, os dois irmãos são deixados na florestas á noite pelo pai sem nenhum motivo aparente. Começam a sentir fome e caminham pela floresta tentando voltar para casa, no caminho encontrarão a casa da bruxa dos doces, onde são feitos “reféns” e alimentados para virarem comida. Mas usando sua esperteza conseguem jogar a bruxa no forno e ela morre.

Depois disso se especializam a resgatar crianças de bruxas ao redor do mundo e mata-las. A história começa quando são chamados a um vilarejo onde as bruxas já sequestraram 11 crianças, 5 meninas e 6 meninos.

A caça a bruxa Muriel que sequestrou as crianças tem bastante ação, de armadilhas bem feitas a voo de vassouras. Mas o mais legal é você poder imaginar que a história não acabou no conto, que ela evoluiu, que foi colocado outro motivo para o abandono dos dois na floresta, e que este é o motivo principal deles terem se tornado caçadores de bruxas sem saber.

Recomendo o filme para todos, menos para os menores de 14 anos como diz a classificação indicativa. O filme é envolvente e fica no final um gosto de quero mais.

Bruna