Resenha: O Cavalo e seu menino – As Crônicas de Nárnia – C.S. Lewis

Sumi, eu sei, mas as ultimas semanas foram muito atribuladas, tanto que esqueci de postar o vídeo com esta resenha que já estava disponível a algum tempo no canal. Essa semana as coisas voltam ao normal, eu volto a visitar os blogs que gosto e retribuir visitas dos comentários.

Espero que tenham gostado,

Bruna

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Resenha: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa – C.S. Lewis

narnia

“Dizem que Aslam está a caminho. Talvez já tenha chegado”, sussurrou o Castor. Edmundo experimentou uma misteriosa sensação de horror. Pedro sentiu-se valente e vigoroso. Para Suzana, foi como se uma música deliciosa tivesse enchido o ar. E Lúcia teve aquele mesmo sentimento que nos desperta a chegada do verão. Assim, no coração da terra encantada de Nárnia, as crianças lançaram-se na mais excitante e mágica aventura que alguém já escreveu.”

Skoob

 

Segundo conto da série “As Crônicas de Nárnia”, e o primeiro que virou filme, o que me fez procurar o livro para conhecer melhor a história.

*Cuidado esta resenha pode conter Spoiler do primeiro conto “O Sobrinho do Mago”*

Passa-se muitos anos desde os acontecimentos de “O Sobrinho do Mago”, vemos Digory bem mais velho, e morando sozinho, até receber a “visita” de Lúcia,Susana, Pedro e Edmundo.

A história se passa durante a guerra, as crianças são levadas por sua própria proteção. A residência tem um amplo jardim, o que causa alívio nas crianças que terão muito espaço para diversão.

Mas quando eles resolvem se divertir no lado de fora, começa uma grande tempestade, o que os obriga a brincar dentro de casa. Começaram a se aventurar por todos os comôdos, mas um em especial chamou a atenção: um quarto com apenas um guarda-roupa.

Decidiram portanto brincar de esconde-esconde, e Lúcia, a mais nova, foi esconder-se justamente no guarda-roupa, e assim reencontramos uma Nárnia totalmente diferente do primeiro conto.

Ver Nárnia gelada, em todos os aspectos possíveis, é um pecado se você leu o primeiro conto, porque é um mundo tão belo que não merece esse “castigo”.

Depois de Lúcia o próximo a entrar nesse mundo foi Edmundo, que como no filme lançado pela Disney, mentiu para os irmãos deixando Lúcia como mentirosa. E por último, mas não menos importante, vemos a entrada de Susana e Pedro, e a descoberta das mentiras de Edmundo.

Reencontramos Aslan, e vemos ele se sacrificar pelo que ele acreditava, o que é louvável demais e um grande exemplo a ser seguido. A “queda” da feiticeira branca é muito bem feita, ela própria se afundou e se destruiu com suas atitudes egoístas e egocêntricas.

Esse conto foi um grande surpresa em comparação ao filme, porque como estamos acostumados a ver sempre quando um livro vira uma adaptação para o cinema, ou fica muito distante do livro ou não tem nada haver.

Depois de ler o segundo conto recomendo que leia o livro em ordem cronológica e não de publicação, fará muito mais sentido certos acontecimentos.

Espero que tenham gostado.

Bruna

Resenha: O Sobrinho do Mago – As Crônicas de Nárnia – C.S. Lewis

Essa resenha está feita em vídeo, mas o YouTube não está colaborando muito, portanto vai ter as 2 versões, espero que o problema se resolva logo.

narnia

“A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.”

Skoob

Quando você assiste somente os filmes sobre “As Crônicas de Nárnia” não bate aquela curiosidade de saber como tudo chegou naquele ponto? É sobre isso o primeiro conto da saga de C.S. Lewis, O sobrinho do mago.

Digory e a amiga Polly são crianças comuns que vivem em Londres, naquelas casas típicas onde os vizinhos dividem parede de tão próximas. E como crianças adoram imaginar aventuras, e decidem pelo sotão  das casas atravessar até a casa abandonada vizinha a de Digory, mas erram os calcúlos e acabam no sotão do Tio André, o tio esquisito de Digory, e é onde a verdadeira aventura começa.

Tio André é um solteirão, que nunca trabalhou vive as custas das irmãs, e se diz bruxo mas não consegue provar a maior de suas teorias: existem mundos além dos nossos. Ele é, no meu ponto de vista, um alucinado que nem pensa nas consequências de seus atos na vida das pessoas que ele “usa”, e quer provar de qualquer forma que ele não é louco, e ser “ovacionado” por isso.

A escrita de C.S. Lewis é tão envolvente e detalhada, que é muito fácil viajar e conseguir imaginar tudo muito bem detalhado. Para mim dessa crônica a parte mais emocionante é o nascimento de Nárnia, a vida começando a surgir de uma forma tão mágica que é difícil não se apaixonar.

Mas o mais legal é entender muito mais profudamente a próxima crônicas, que virou filme pelas mãos da Disney ( amor eterno), O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, é uma explicação que complementa e dá muito mais sentido a todo o ódio da Feiticeira por Aslam e pelas crianças.

Estou totalmente convencida que Nárnia é aquele tipíco conto de fadas que para criança faz sonhar e viajar longe num mundo mágico onde tudo pode acontecer, e para adultos além de fazer aquela criança sonhadora acordar, faz com que começamos a refletir nossas escolhas e  atos, porque dependendo da estrada que escolhermos seremos levados a um futuro que as vezes não é como nos contos de fadas.

Vídeo:

Bruna

Meta Literária #3

Tá saindo atrasado este post, e muito por sinal, mas a internet e o YouTube não estavam colaborando com a pessoa que vos fala.

Antes tarde do que nunca trago o resumo de todas as leituras que fiz em Maio e o que pretendo ler em Junho.

Espero que tenham gostado.

Até amanhã, sim já irá ter resenha amanhã por conta dos atrasos de postagem.

Bruna