Resenha: Divergente – Verônica Roth (Projeto Segunda Chance)

Aeee nem acredito que um dos livros dos projeto já foi, agora falta coragem para os próximos.

Fiz a resenha em vídeo, to tentando fazer mais assim porque consigo me expressar um pouco melhor falando do que escrevendo.

Espero que tenham gostado,

Bruna

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Projeto Segunda Chance

Resolvi criar esse projeto com dois objetivos: o primeiro ler, novamente, livros que eu não acabei mas que deixei para lá, ou no caso de um prometi que nunca mais tentaria ler, e em segundo para ver se aquilo que pensei sobre eles se confirma ou se eu não estava mesmo no momento de lê-los. Vamos aos participantes da primeira rodada, já deixando bem claro que vou fazer o máximo para tentar ler esse mês e não necessariamente será nessa ordem.

DIVERGENTE_1343154852P“Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.”

O Que houve: Eu comecei a ler Divergente logo que acabei Jogos Vorazes, empolgada com algumas pessoas super elogiando o livro e dizendo que lembrava JV. Bom eu não consegui passar da parte que ela escolhe sua facção. A Tris me mostrou ser um personagem, até aquele momento, rebelde sem causa e chata demais, tanto que entrou no meu top 5 de personagens que odeio, e até aquele momento não tinha nehuma explicação de porque Chicago tinha se divido nas facções, e foi me deixando irritada.

Porque a segunda chance: Primeiramente porque me falaram que existe a explicação da divisão, o que eu estava achando que só iria vir no segundo livro, segundo eu quero ter um opinião concreta acerca do livro todo não só de uma parte, e terceiro e último porque ainda ouço muitos elogios e acho que pode ser que eu não estava no clima.

mm“Em uma cidadezinha, a 100 quilômetros de Detroit, há uma loja antiga com mais de 78 anos que se tornou um ícone em roupas para casamento e vestidos de noiva. Por ali já passaram mais de cem mil moças: noivas, mães e madrinhas. Seus vestidos vão além de roupas elegantes para mais uma cerimônia: eles representam, no imaginário das noivas e de seus pais, a garantia de uma noite de princesa, um símbolo do “felizes para sempre”. Para estas moças, este lugar é, certamente, uma linha divisória: de um lado está a fé no amor e no romance e, do outro, a ingenuidade e o medo. Da substância desses sentimentos contraditórios, Jeffrey Zaslow selecionou histórias que às vezes nos fazem rir, às vezes nos partem o coração, mas que oferecem um panorama do que é o casamento e do que as famílias ensinam às suas filhas sobre amor e compromisso.”

O que houve: Prólogo gigantesco, fiquei com sono só de lembrar. E eu odeio não ler o prólogo, porque muitas vezes é ali que o autor começa a explicar a história e os motivos que levaram os personagens aonde estão.

Porque a segunda chance: A capa é linda, a sinopse faz parecer que a história é de emocionar, principalmente a frase ” Uma história sobre amor que desejamos a nossas filhas”, me tocou fundo no coração, mas o prólogo técnico demais me cansou, e desta vez vou ler sem o prólogo.

star“Na Inglaterra da era Vitoriana, está a vila solitária que tira seu nome de uma imponente barreira de pedra que rodeia a fértil terra. A calma de muro é interrompida a cada nove anos, quando o mortal e o mágico se encontram numa feira única.”

O que houve: Comecei a ler primeiramente por causa do autor, muita gente fala bem de Neil Gaiman, e depois porque eu amo esse filme e fiquei interessada e ter uma visão mais completa da história. Mas o livro me cansou, fica num vai e vem de personagens que eu me perco e nem sei de qual personagem ele fala no momento.

Porque a segunda chance: Mesmo com essa confusão, a história é boa da para perceber,mas tenho quase certeza que vou ler esse livro sozinho, num lugar bem quieto e com minha agenda do lado, para poder anotar tudo.

Esse foi o Projeto Segunda Chance, o post ficou enorme, mas queria me explicar em detalhes.

Beijos,

Bruna