Resenha: O Arcano Nove – A Mediadora – Meg Cabot

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“Para uma adolescente, trocar de cidade pode ser um trauma. Para Suzannah, a mudança de Nova York para Califórnia está sendo ótima: novos amigos, muitas festas e dois caras bonitões e muito interessantes. Só que um deles é um fantasma. E o outro pode matá-la. Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de se comunicar com os mortos e resolver as pendências deles na Terra. A velha casa para onde se mudou com a mãe e o padrasto é assombrada por Jesse, um fantasma jovem e gentil. Como Jesse não liga muito para ela (e, além do mais, está morto), Suzannah se entusiasma com o interesse de Tad Beaumont, o garoto mais cobiçado da cidade. Mas o fantasma de uma mulher, cujo assassinato pode ter relação com um mistério no passado de Tad, a atormenta. E a vida de Suzannah pode estar ameaçada. Ser adolescente é complicado. O que dizer de uma garota que precisa dividir sua atenção entre a própria vida e a morte dos outros? “

Acho que é pouco dizer que a série ” A Mediadora” é viciante, porque para mim foi além disso.

Como expliquei na resenha do primeiro livro da série, eu já tinha tentado ler Meg Cabot em “Diário de uma princesa”, mas não tinha gostado, agora tenho certeza que foi pelo tema não pela escrita da autora.

Estou tentando trocar de série, mas é impossivel eu só fico pensando e Suze e Jesse, quando vou descobrir o segredo dele, por ele é claro, e como a autora vai desenrolar esse “romance” impossível.

Em “O Arcano Nove” reencontramos Suzannah 2 semanas depois do ocorrido com Heather, eu achava que a passagem de tempo seria maior, mas depois entendi que é melhor a passagem mais curta entre os livros, e é claro que tem alguém querendo a ajuda de Suzannah, uma mulher que implora para que ela dê um recado para alguém chamado Red.

Como a própria personagem diz, os fantasmas não são muitas vezes detalhistas, e isso a coloca em uma grande confusão. Tudo começa quando ela vai atrás de alguém chamado Red, e acha um multi-milionário, muito estranho por sinal, e acha que foi a missão mais fácil dela, mas ela acaba remexendo em assuntos além do seu dom, e descobre que as vezes a respostas certa está ao lado, é só querer enxergar.

Pela primeira vez vimos também o pai dela, muito rápido, mas dá uma pista dos acontecimentos, que até aquele ponto, terríveis que estão por vir se ela não o escutar, e claro que ela acha que e bobeira. Neste livro também Suze descobre um novo dom, que a ajuda bastante nos momentos finais.

Serei redundante, mas a escrita da autora é envolvente demais, a história é bem feita, bem amarrada, que é difícil largar sem saber o final, e o humor sarcástico de Suze me faz rir sozinha, e deixa a história muita mais interessante. Esse livro só não dei 5 estrelas no Skoob, porque não entendi sobre “O Arcano Nove”, e foi o único defeito do livro.

Espero que gostem,

Bruna

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Resenha: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa – C.S. Lewis

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“Dizem que Aslam está a caminho. Talvez já tenha chegado”, sussurrou o Castor. Edmundo experimentou uma misteriosa sensação de horror. Pedro sentiu-se valente e vigoroso. Para Suzana, foi como se uma música deliciosa tivesse enchido o ar. E Lúcia teve aquele mesmo sentimento que nos desperta a chegada do verão. Assim, no coração da terra encantada de Nárnia, as crianças lançaram-se na mais excitante e mágica aventura que alguém já escreveu.”

Skoob

 

Segundo conto da série “As Crônicas de Nárnia”, e o primeiro que virou filme, o que me fez procurar o livro para conhecer melhor a história.

*Cuidado esta resenha pode conter Spoiler do primeiro conto “O Sobrinho do Mago”*

Passa-se muitos anos desde os acontecimentos de “O Sobrinho do Mago”, vemos Digory bem mais velho, e morando sozinho, até receber a “visita” de Lúcia,Susana, Pedro e Edmundo.

A história se passa durante a guerra, as crianças são levadas por sua própria proteção. A residência tem um amplo jardim, o que causa alívio nas crianças que terão muito espaço para diversão.

Mas quando eles resolvem se divertir no lado de fora, começa uma grande tempestade, o que os obriga a brincar dentro de casa. Começaram a se aventurar por todos os comôdos, mas um em especial chamou a atenção: um quarto com apenas um guarda-roupa.

Decidiram portanto brincar de esconde-esconde, e Lúcia, a mais nova, foi esconder-se justamente no guarda-roupa, e assim reencontramos uma Nárnia totalmente diferente do primeiro conto.

Ver Nárnia gelada, em todos os aspectos possíveis, é um pecado se você leu o primeiro conto, porque é um mundo tão belo que não merece esse “castigo”.

Depois de Lúcia o próximo a entrar nesse mundo foi Edmundo, que como no filme lançado pela Disney, mentiu para os irmãos deixando Lúcia como mentirosa. E por último, mas não menos importante, vemos a entrada de Susana e Pedro, e a descoberta das mentiras de Edmundo.

Reencontramos Aslan, e vemos ele se sacrificar pelo que ele acreditava, o que é louvável demais e um grande exemplo a ser seguido. A “queda” da feiticeira branca é muito bem feita, ela própria se afundou e se destruiu com suas atitudes egoístas e egocêntricas.

Esse conto foi um grande surpresa em comparação ao filme, porque como estamos acostumados a ver sempre quando um livro vira uma adaptação para o cinema, ou fica muito distante do livro ou não tem nada haver.

Depois de ler o segundo conto recomendo que leia o livro em ordem cronológica e não de publicação, fará muito mais sentido certos acontecimentos.

Espero que tenham gostado.

Bruna

Resenha: Pandemônio – Lauren Oliver

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“Dividida entre o passado — Alex, a luta pela sobrevivência na Selva — e o presente, no qual crescem as sementes de uma violenta revolução, Lena Haloway terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor sem, porém, se transformar em um zumbi: modo como os Inválidos se referem aos curados. Não importa o quanto o governo tema as emoções, as faíscas da revolta pouco a pouco incendeiam a sociedade, vindas de todos os lugares… inclusive de dentro.”

Skoob

 

Acabei o livro a 2 minutos atras, e ainda não me conformo com o que li, foi chocante demais, me deixou completamente dividida e louca para ler Requiem.

Delírio ao meu ver, mostra uma Lena descobrindo que tudo em que ela acreditava ser o correto, não era tão correto assim, ela se descobre, um pouco, como pessoa, se deixa livre.

Em Pandemônio, ela mostra um amadurecimento impressionante, ela se tornou um personagem tão rico, duro, verdadeiro, que eu tenho que coloca-lá no topo da minha lista de preferidos.
Ela não é a mocinha frágil,indecisa, que se apega ao primeiro amor como se fosse único e por isso tem que ficar se lamentando a toda hora o seu infortúnio destino. Não, ela tem coragem de guardar as boas recordações em um lugar especial e viver um amor novamente, procurar ser feliz.
Até ai você que esta lendo esta resenha acha que tudo acabou como um mar de rosas para Lena, ela achou um novo amor, esta feliz, realizada, mais ai vem Lauren Oliver e deixarei queixo no chão, com uma reviravolta inacreditável, e te deixa totalmente divido, sem saber o que fazer.

Julian, o novo amor de Lena, consegue ser mais apaixonante do que Alex, ela é doce, tímido  e passa a impressão de concordar com o sistema, onde ele aparece como a “bandeira” principal da ASD, América sem Delira isso até se abrir com Lena e se mostrar completamente.

Eu adorei a forma que o livro è narrado, mesclando a Lena na selva, com todas as dificuldades, aprendendo a se conhecer e superar seus traumas, e a mesma Lena em Nova York, em uma missão cheia de perigos e cenas de ação de tirar o fôlego, tinha vezes que não conseguia respirar.
Para quem gosta de distopias, Delírio e Pandemônio são um prato cheio, e tenho certeza que vocês irão ter a mesma reação que eu tive: Porque fazer isso Lauren Oliver?

Resenha: A Maldição do Titã – Rick Riordan – Série Percy Jackson e os Olimpianos

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“Um chamado do amigo Grover deixa Percy a postos para mais uma missão: dois novos meios-sangues foram encontrados, e sua ascendência ainda é desconhecida. Como sempre, Percy sabe que precisará contar com o poder de seus aliados heróis, com sua leal espada Contracorrente… e com uma caroninha da mãe. O que eles ainda não sabem é que os jovens descobertos não são os únicos em perigo: Cronos, o Senhor dos Titãs, arquitetou um de seus planos mais traiçoeiros, e nossos heróis serão presas fáceis. Um monstro ancestral foi despertado – um ser com poder suficiente para destruir o Olimpo –, e Ártemis, a única deusa capaz de encontrá-lo, desapareceu. Percy e seus amigos têm apenas uma semana para resgatar a deusa sequestrada e solucionar o mistério que ronda o monstro que ela caçava.”

Skoob

 

Eu estou tentando não ler tanto a série Percy Jackson, por isso esse foi o único livro citado para a meta de leitura de Abril da série, mas continuo me segurando para não começar a batalha do labirinto.

*Esta resenha tem um pouco de SPOILER, então se você não curte é melhor ler o livro primeiro e depois lê-la.

Percy cresceu e no ultimo verão muita coisa mudou em sua vida, além de descobrir mais sobre a profecia dita pelo oráculo a Quiron, ele vê a volta de Thalia após recuperar o Velocino de Ouro.

Percy ao meu ver está mais amadurecido, mas continua colocando o que manda seu coração a frente de tudo, não pensando muito nas consequências.

Quando Grover avisa que encontrou mais 2 meios-sangues, ele Thalia e Annabeth vão ao seu encontro para resgata-los, mas não foi uma das tarefas mais fáceis.

Como sempre Rick Riordan consegue me prender em toda a narrativa, totalmente coerente, que ao mesmo tempo te faz rir e te deixa apreensivo. Percy tem 2 anos para que a profecia se concretize, e Rick Riordan consegue me surpreender com elementos novos que eu nem poderia imaginar, e me faz fantasiar com um final de série que pode me deixar sem fôlego.

Eu recomendo muito, como todos os livros da série, pela escrita envolvente e inteligente, juntando de forma esplendorosa a Mitologia Grega, que eu sou apaixonada desde pequena, com um mundo atual de uma forma brilhante.

Fiquem tranquilos, acho que só lerei o próximo livro em Maio, então até lá está todo mundo livre de Percy.

Bruna.

Resenha: Delírio – Lauren Oliver

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“Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.”

Skoob

Estou escrevendo no exato momento que terminei a leitura, e estou com os olhos mareados de lágrimas, não sei porque demorei tanto para ler esse livro, e o arrependimento me acomete.

Delírio me surpreendeu em vários aspectos muito positivos: é uma distopia que trata de um mundo sem o sentimento mais puro e maravilhoso que alguém pode ter: o amor, e segundo por fugir do padrão de histórias românticas, onde a mocinha enrola o mocinho até o final para se declarar e viverem felizes para sempre.

Imaginar um mundo sem amor, é complicado, porque junto com ele vem outros tantos sentimentos bons, digo isso até da insegurança, saudável, de não ter aquele ser amado próximo a você.

Me coloquei no lugar de Lena em vários momentos, travei com ela as mesmas batalhas sentimentais, porque no lugar dela não faria nada diferente, ou melhor faria, mas isso só poderá ser respondido por mim após ler Pandemônio.

Leia com a mente aberta, se coloque no lugar da protagonista, tente sentir os seus sentimentos, duvido que você não mudará sua forma de ver o mundo. Mas não pense que está é mais uma boba história de amor, porque não é apenas isso, é uma história de alguém que encontra a verdade, e com ela sua liberdade e felicidade.

E que venha Pandemônio com a mesma escrita envolvente e reflexiva.

Bruna

Resenha: O Mar de Monstros – Rick Riordan- Saga Percy Jackson e os Olimpianos

O Mar de Monstros

“O modo como ele disse meu nome me deu um frio na espinha. Ninguém me chamava de Perseu, a não ser aqueles que conheciam minha verdadeira identidade. Amigos… e inimigos. O ano de Percy foi surpreendentemente calmo. Nenhum monstro que colocasse os pés no campus de sua escola, nenhum acidente esquisito, nenhuma briga na sala de aula. Mas quando um inocente jogo de queimado entre ele e seus colegas torna-se uma disputa mortal contra uma tenebrosagangue de gigantes canibais, as coisas ficam, digamos, feias. E a inesperada chagada de sua amiga Annabeth traz outras más notícias: as fronteiras mágicas que protegem o Acampamento Meio-Sangue foram envenenadas por um inimigo misterioso, e, a menos que um antídoto seja encontrado, o único porto seguro dos semideuses será destruído. Nesta vibrante e divertidíssima continuação da série iniciada com O ladrão de raios, Percy e seus amigos precisam se aventurar no Mar de Monstros para salvar o acampamento dos meios-sangues. Antes, porém, nosso herói entrará em confronto com um mistério atordoante sobre sua família – algo que o fará questionar se ser filho de Poseidon é uma honra ou uma terrível maldição.”

Skoob

 

Era para ter postado essa resenha na quarta-feira, porque terminei o livro neste dia, mas  correria não me deixou.

O mar de monstros traz uma concepção muito parecida com O Ladrão de Raios, mas com diferenças que conseguem prender a atenção, o que é um ponto muito positivo para mim que não consigo ler um livro que eu ache entendiante.

Percy volta para NY para concluir seus estudos em uma escola “normal”, mas contando os dias para ir ao acampamento meio-sangue. Ele consegue um amigo Tyson, um garoto grande que é orfão e mora em um beco, parece tudo normal até chegar o último dia dele em NY. Com o acampamento em perigo ele tem que tomar decisões muito mais complicadas que no primeiro livro, mas também tem muitas surpresas intrigantes.

Os problemas perseguem Percy, eu já percebi isso, é mais do que normal por ele ser primeiro filho de um dos três grandes e segundo por ser o personagem principal. Ainda tenho a impressão de, em algumas partes, ver em Percy um novo Harry Potter. Isso não é ruim, para mim é super positivo, porque são histórias diferentes, mas usam pontos em comum que atraem a atenção do leitor.

Na minha opnião mundos fantásticos, depois de HP, tem tudo para dar certo se o escritor(a) se atentar a detalhes, fazendo com que o leitor consiga imaginar esse mundo como real, e Rick Riordan fez isso brilhantemente como J.K.Rowling.

Me apaixonei pela saga, comecei o terceiro livro já, mas para não deixar muitas resenhas seguidas da mesma saga, estou intercalando com mais 2 livros, dando prioridade aos outros 2, vocês os conheceram no vídeo que pretendo gravar sobre as leituras que fiz em Março e as que pretendo para Abril.

Lembrando que o filme ” Percy Jackson e o Mar de Monstros” tem sua estreia prevista para 16 de agosto deste ano, quem está ansioso levanta a mão \o/

Bruna

Resenha: O Ladrão de Raios – Rick Riordan – Saga Percy Jackson e os Olimpianos

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“Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.

O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos – jovens heróis modernos – terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.”

Skoob

 

Me surpreendi com Percy Jackson, não estava com muitas expectativas sobre o livro por causa do filme, então enrolei muito para ler.

Percy é um Meio-Sangue, filho de um Deus Grego com uma mortal, que mora com a mãe em NY e seu padastro Gabe. Percy não sabe nada sobre sua origem até completar 12 anos e coisas muito estranhas começarem a acontecer.

Ele recebe uma missão do Olimpo para acabar com a briga entre Zeus e Poseidon, que podem começar a terceira guerra mundial, ele tem que achar o raio mestre de Zeus e devolve-lo, mas a missão é um pouco mais complicada do que parece, e ele descobre que o poder pode cegar até quem não imaginávamos.

Eu amo mitologia Grega, e para mim a história e muito bem escrita, muito coerente com o universo que ela trata, sem deixar de lado o encantamento. No meio da história começava a anotar os nomes dos Deuses e Deusas e lembrar sua função, o que foi bem divertido, e quando não sabia, ficava esperando para descobrir.

A história me lembrou em alguns momentos Harry Potter, mas são bem pequenos o que não considero como uma história praticamente igual. Recomendo para quem curte mitologia, ação e fantasia na medida certa.