Resenha: Divergente – Verônica Roth (Projeto Segunda Chance)

Aeee nem acredito que um dos livros dos projeto já foi, agora falta coragem para os próximos.

Fiz a resenha em vídeo, to tentando fazer mais assim porque consigo me expressar um pouco melhor falando do que escrevendo.

Espero que tenham gostado,

Bruna

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Resenha: Crepúsculo – A Mediadora – Meg Cabot

 

Crepúsculo

“Suzannah já se acostumou com fantasmas em sua vida. Eles a acordam no meio da noite, reviram seu armário e pregam-lhe peças ainda mais sinistras. Mas a jovem está diante de sua mais importante decisão: Jesse, o fantasma por quem é apaixonada, deve migrar para o mundo dos vivos, ou permanecer definitivamente no além? Agora, é vida ou morte…”

 

 

Chegar ao final de série que você ficou apegada é doloroso, você quer enrolar bastante para não acabar, mas acaba lendo mais rápido do que gostaria porque quer saber como vai terminar, é difícil demais.

Suzannah agora já sabe que além os dons dela vão muito além da imaginação, ela é um tipo especial de mediador, os deslocadores.

Paul, que agora Suzannah tem mais contato, propõe algo que no primeiro momento parece que é para separar totalmente Jesse dela, mas que se olhar por outro ângulo, pode ser  o motivo real de Jesse não ter partido para o outro plano.

Planejamento, ou não, feito começa os preparativos para a grande viagem de Suze e Paul, cada um com motivos diferentes mas com um objetivo: ajudar Jesse.

Depois de muito esperar conseguimos saber exatamente se esse romance de Jesse e Suze tem futuro, e como a autora vai decidir os destinos deles.

Eu esperava por um final, que para mim seria o único viável para o quadro, mas Meg conseguiu me surpreender de tal forma que eu ficava repetindo: como não pensei nisso antes? OMG!.

O final é lindo, acho que ela deu a todos os personagens o final merecido, até para o Paul que se mostrou bem diferente neste livro, e foi uma mudança para melhor.

Para variar eu chorei no final, pela Suze, pela escrita da autor ser tão boa eu conseguia sentir os mesmos sentimentos que ela, e tenho certeza que a personagem também choraria, não de tristeza mas de alegria.

Acho que essa série é ideal para quem nunca leu nada da autora, eu já tinha tentado “O Diário da Princesa” mas não me identifiquei tanto como com ” A Mediadora”. Super hiper mega recomendado a todos.

Bruna

Resenha: Assombrado- A Mediadora – Meg Cabot

Aviso rápido antes de começar a resenha, o vídeo de leituras de agosto deve ir ao ar até quinta- feira no máximo. Tive problemas com o editor de vídeos, mas já estou resolvendo.

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“Suzannah passou o último verão no Pebble Beach Hotel and Golf Resort. Não, ela não estava hospedada com os ricaços. Em vez disso, tomava conta dos filhos deles. Foi assim que ela conheceu Paul Slater. Suzannah era a babá do irmãozinho dele, Jack, e Paul se encantou por ela. Mas é claro que quando um garoto bonitão se interessa por ela as coisas não podem simplesmente dar certo.”

 

Chegamos ao penúltimo livro da série, eu fico com sentimentos confusos quando isso acontece, o primeiro sentimento é a felicidade de descobrir como tudo vai acabar, se todas as minhas teorias sem encaixam, se o final vai ser legal, e o outro sentimento é do de tristeza, porque quando a série é boa, como o caso desta, é difícil acontecer essa separação.

Se eu pensei que a Suze já teve problemas demais em ” A Hora mais Sombria”, chegando ao final da série parece que os problemas ficam maiores, mas desta vez o problema tem nome e sobrenome: Paul Slater.

Não falarei sobre seu segredo, senão estraga, mas eu tinha uma visão dele, do gatinho que estava afim da Suze porque achava ela legal, interessante, bonita, mas ele jogou toda essa impressão por água abaixo quando aprontou com ela no final do livro anterior, e para completar a sorte de Suze, que só aparece as vezes, ele resolve morar em Carmel e estudar na mesma escola que ela.

Suze até tenta se livrar da companhia dele, mas o que acontece anteriormente a deixa curiosa demais, e a curiosidade pode leva-la a descobrir habilidades que ela nunca imaginaria ter, mas tem seu preço.

O fantasma da vez é Graig, o filho, aluno perfeito, mas que morre em um acidente de barco com seu irmão Neil, e não se conforma do seu azar, e então começa a perseguir o irmão mais novo em busca de vingança, que Suze tenta evitar a qualquer custo.

Jesse se encontra confuso depois do que houve entre ele e Suze, e resolve se afastar de sua casa, mas isso só faz Suze correr atrás de problemas com um empurrão de Paul.

Sem comentários sobre a escrita, ela continua a mesma dos outros livros, mas as descobertas de Suze, são as cerejas dos bolo. Nem nas minhas mais loucas teorias eu teria pensando nesse enredo, e olha que minha teorias são mirabolantes.O livro deixa a dúvida se a personagem depois de tudo que ela descobre que pode fazer, ela não cometeria uma loucura no último livro, já que o amor por Jesse está enorme e por enquanto sem como se concretizar. Várias teorias para o último livro, que espero ser mais eletrizante do que este.

Bruna

 

Leituras Julho

Graças a Deus consegui postar esse vídeo no YouTube e já posso dividir com vocês minhas impressões das leituras de Julho.

Agora que descobri como deixar o vídeo mais leve, para que o upload seja mais rápido, acho que vai ter mais resenhas em vídeos.

Links das resenhas:
A Terra das Sombras: http://wp.me/p2YOR6-3N
Métrica:http://wp.me/p2YOR6-3W
O Arcano Nove:http://wp.me/p2YOR6-43
A Reunião:http://wp.me/p2YOR6-4u

Espero que gostem,

Bruna

Projeto Segunda Chance

Resolvi criar esse projeto com dois objetivos: o primeiro ler, novamente, livros que eu não acabei mas que deixei para lá, ou no caso de um prometi que nunca mais tentaria ler, e em segundo para ver se aquilo que pensei sobre eles se confirma ou se eu não estava mesmo no momento de lê-los. Vamos aos participantes da primeira rodada, já deixando bem claro que vou fazer o máximo para tentar ler esse mês e não necessariamente será nessa ordem.

DIVERGENTE_1343154852P“Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.”

O Que houve: Eu comecei a ler Divergente logo que acabei Jogos Vorazes, empolgada com algumas pessoas super elogiando o livro e dizendo que lembrava JV. Bom eu não consegui passar da parte que ela escolhe sua facção. A Tris me mostrou ser um personagem, até aquele momento, rebelde sem causa e chata demais, tanto que entrou no meu top 5 de personagens que odeio, e até aquele momento não tinha nehuma explicação de porque Chicago tinha se divido nas facções, e foi me deixando irritada.

Porque a segunda chance: Primeiramente porque me falaram que existe a explicação da divisão, o que eu estava achando que só iria vir no segundo livro, segundo eu quero ter um opinião concreta acerca do livro todo não só de uma parte, e terceiro e último porque ainda ouço muitos elogios e acho que pode ser que eu não estava no clima.

mm“Em uma cidadezinha, a 100 quilômetros de Detroit, há uma loja antiga com mais de 78 anos que se tornou um ícone em roupas para casamento e vestidos de noiva. Por ali já passaram mais de cem mil moças: noivas, mães e madrinhas. Seus vestidos vão além de roupas elegantes para mais uma cerimônia: eles representam, no imaginário das noivas e de seus pais, a garantia de uma noite de princesa, um símbolo do “felizes para sempre”. Para estas moças, este lugar é, certamente, uma linha divisória: de um lado está a fé no amor e no romance e, do outro, a ingenuidade e o medo. Da substância desses sentimentos contraditórios, Jeffrey Zaslow selecionou histórias que às vezes nos fazem rir, às vezes nos partem o coração, mas que oferecem um panorama do que é o casamento e do que as famílias ensinam às suas filhas sobre amor e compromisso.”

O que houve: Prólogo gigantesco, fiquei com sono só de lembrar. E eu odeio não ler o prólogo, porque muitas vezes é ali que o autor começa a explicar a história e os motivos que levaram os personagens aonde estão.

Porque a segunda chance: A capa é linda, a sinopse faz parecer que a história é de emocionar, principalmente a frase ” Uma história sobre amor que desejamos a nossas filhas”, me tocou fundo no coração, mas o prólogo técnico demais me cansou, e desta vez vou ler sem o prólogo.

star“Na Inglaterra da era Vitoriana, está a vila solitária que tira seu nome de uma imponente barreira de pedra que rodeia a fértil terra. A calma de muro é interrompida a cada nove anos, quando o mortal e o mágico se encontram numa feira única.”

O que houve: Comecei a ler primeiramente por causa do autor, muita gente fala bem de Neil Gaiman, e depois porque eu amo esse filme e fiquei interessada e ter uma visão mais completa da história. Mas o livro me cansou, fica num vai e vem de personagens que eu me perco e nem sei de qual personagem ele fala no momento.

Porque a segunda chance: Mesmo com essa confusão, a história é boa da para perceber,mas tenho quase certeza que vou ler esse livro sozinho, num lugar bem quieto e com minha agenda do lado, para poder anotar tudo.

Esse foi o Projeto Segunda Chance, o post ficou enorme, mas queria me explicar em detalhes.

Beijos,

Bruna